Saúde da Madeira lança inquérito ‘online’ para avaliar grau de satisfação dos utentes

Saúde da Madeira lança inquérito ‘online’ para avaliar grau de satisfação dos utentes

Em comunicado, o Sesaram explica que após cada atendimento num serviço de consulta, urgência e internamento do serviço público de saúde, o utente receberá no seu endereço de correio eletrónico a hiperligação para o preenchimento do inquérito de satisfação.

“Este ficará também disponível no Portal do Utente, podendo o utilizador consultar, em qualquer altura, os inquéritos preenchidos e os que ainda tem de preencher”, refere a nota, adiantando que a nova plataforma – Inquéritos@Online – foi concebida e desenvolvida pelo núcleo de informática do Sesaram.

O preenchimento do inquérito pode ser efetuado em qualquer dispositivo, seja computador, ‘tablet’ ou telemóvel.

O Sesaram sublinha que os dados recolhidos são “anónimos e exclusivamente utilizados para fins estatísticos”, visando “aferir continuamente” o grau de satisfação dos seus utentes e “melhorar o desempenho dos cuidados prestados”.

LUSA/HN

Segunda fase da construção do novo hospital da Madeira arranca este ano

Segunda fase da construção do novo hospital da Madeira arranca este ano

“A obra está a decorrer de acordo com o plano previsto”, declarou o secretário de Equipamentos e Infraestruturas do executivo madeirense.

Pedro Fino falava no âmbito da visita que efetuou à obra, acompanhado pelo presidente do conselho diretivo do Instituto dos Mercados Públicos do Imobiliário e Construção, Fernando Batista, que se deslocou à Madeira.

“Neste momento estamos a avançar com a fase de escavação e contenção periférica no valor de 18,9 ME e, em paralelo, estamos a trabalhar no concurso e finalizar o concurso da segunda fase, de modo a dar continuidade à obra”, disse.

O governante adiantou que o objetivo é “terminar esta fase da obra dentro de dois a três meses e iniciar a segunda fase já este ano, em setembro ou outubro deste ano”.

Pedro Fino apontou que a próxima fase do projeto “corresponde a um valor de 75 ME e envolve trabalhos de estruturas, alvenarias, mais infraestruturas enterradas e arranjos exteriores”.

O secretário de Equipamentos e Infraestruturas recordou que esta obra teve início “num contexto muito adverso”, visto que “o primeiro concurso ficou deserto em julho de 2020”, tendo o Governo Regional delineado “uma estratégica de modo a conseguir iniciar rapidamente a obra”, que passou por subdividir o projeto em fases.

“Conseguimos iniciar num contexto extremamente adverso, em plena pandemia”, com dificuldades nas cadeias de abastecimento, “em que os fornecedores têm dificuldade em apresentar valores”, sublinhou.

Mas, assegurou que, “nesta segunda fase, preço está de acordo com os valores previstos inicialmente”, vincando que “o valor da obra inicial foi feito num contexto completamente diferente do atual”, pelo que é “normal que aconteça um aumento do custo”.

Pedro Fino complementou que o Governo Regional está “a fazer tudo para contratar bem, com preços adequados e zelando pelo interesse público”.

O responsável indicou que “a esta segunda fase concorreram seis empresas”, cujas propostas estão em apreciação.

“E contamos adjudicar dentro de dois meses. Pensamos que estaremos em condições de adjudicar essa fase”, destacou.

Sobre o financiamento do Governo da República para a construção do novo hospital, recordou que o compromisso é a República suportar 50% do custo do projeto, sendo ainda necessário clarificar a resolução do Conselho de Ministros que determinou a dedução do valor patrimonial dos dois hospitais existentes na Madeira (Dr. Nélio Mendonça e Marmeleiro, sendo este último imóvel propriedade da Santa Casa da Misericórdia).

Pedro Fino ainda falou do problema da falta de mão-de-obra no setor da construção civil, que prevê que seja ultrapassado com o reajustamento do mercados e a recuperação económica, embora admita a possibilidade de haver a importação de trabalhadores do exterior.

O projeto de construção do novo Hospital Central e Universitário da Madeira está orçado em 350 milhões de euros.

LUSA/HN

Governo da Madeira considera “normal” aumento do número de casos

Governo da Madeira considera “normal” aumento do número de casos

“Enquanto o número de internados não aumentar e a capacidade do Serviço Regional de Saúde estiver, como está, em pleno, nós não temos de nos preocupar”, disse.

Estão hospitalizados 58 doentes com Covid-19 na região autónoma, mas nenhum em cuidados intensivos.

O presidente do Governo Regional (PSD/CDS-PP) falava à margem da cerimónia de abertura do Mercado Quinhentista, em Machico, zona leste da ilha, um evento sociocultural, de natureza pedagógica, que foi criado pela escola básica e secundária local, em 2006, e agora é organizado em parceria com a Câmara Municipal, sendo um dos principais cartazes do concelho.

“Temos um conjunto de pessoas que estão a contrair [covid-19], mas os sintomas não são muito graves – uma constipação, um resfriado – e, por isso, neste momento, não há qualquer medida adicional para tomar”, disse Miguel Albuquerque.

Ontem foi também confirmado um surto de Covid-19 no Estabelecimento Prisional do Funchal, com 34 reclusos infetados.

A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais indicou que estes são os primeiros casos de infeção por SARS-CoV-2 registados na prisão do Funchal desde o início da pandemia, em março de 2020.

De acordo com o boletim epidemiológico referente a maio, na sexta-feira divulgado pela Secretaria Regional da Saúde, a Madeira registou 8.172 casos confirmados de Covid-19 e 14 óbitos, com uma média diária de 263 novos infetados.

O arquipélago conta, desde o início da pandemia, com 117.885 casos de infeção confirmados e 287 óbitos associados à doença.

Na Madeira está em vigor a situação de alerta, até 30 de junho, e o uso de máscara continua obrigatório em unidades de saúde, lares, farmácias e outros estabelecimentos com utentes em situação frágil, bem como nos transportes públicos e recintos portuários e aeroportuários.

LUSA/HN

Serviço de Saúde da Madeira e três madeirenses condecorados

Serviço de Saúde da Madeira e três madeirenses condecorados

As condecorações serão impostas pelo representante da República para a Região Autónoma da Madeira, por delegação expressa do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em cerimónia solene, no âmbito das celebrações do 10 de Junho — Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, no Palácio de São Lourenço, no Funchal.

A informação divulgada pelo gabinete do representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, adianta que o historiador madeirense Rui Alexandre Carita Silvestre vai ser agraciado com o Grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

O delegado de saúde e coordenador do Gabinete de Apoio a Emergências em Saúde Pública, José Maurício da Silva Melim, e a enfermeira Ana Maria Alves Gouveia vão ser distinguidos com o Grau de Comendador da Ordem do Mérito.

Ao Serviço de Saúde da Região Autónoma da Madeira será atribuído o título de Membro Honorário da Ordem do Mérito.

As ordens honoríficas portuguesas visam galardoar personalidades e instituições que se tenham notabilizado, nomeadamente, por méritos pessoais, como também por ações relevantes em prol da comunidade.

LUSA/HN

Máscara obrigatória apenas em alguns espaços fechados a partir de domingo na Madeira

Máscara obrigatória apenas em alguns espaços fechados a partir de domingo na Madeira

O Conselho de Governo da Madeira decidiu manter o “uso de máscara em determinados espaços fechados”, como lares, unidades de saúde e farmácias “e aquando da utilização pelos cidadãos de transportes coletivos de passageiros, bem como no transporte de passageiros em táxis ou similares”, lê-se numa nota divulgada depois da reunião semanal daquele órgão.

Também nas plataformas e acessos cobertos a transportes públicos, incluindo aeroportos e terminais marítimos, o uso de máscara cirúrgica ou FFP2 é obrigatório por maiores de seis anos, indica o executivo.

Os cidadãos com teste positivo à Covid-19 estão, igualmente, obrigados a usar máscara de proteção “em todas as circunstâncias, sempre que estejam fora do seu local de isolamento até ao 10.º dia após data do início de sintomas ou do teste positivo”.

A resolução ontem aprovada, que prolonga também a situação de alerta por mais 15 dias, entra vigor às 00:00 de domingo, 15 de maio.

Segundo o boletim diário de internamentos associados à Covid-19, estão 21 pessoas hospitalizadas no Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, nenhuma delas na unidade de cuidados intensivos.

Desde o início da pandemia, em março de 2020, a Madeira registou um total de 272 mortes devido à doença.

O secretário regional da Saúde, Pedro Ramos, afirmou ontem de manhã que a região não vai “mudar os planos” de alívio das medidas de combate à pandemia tendo em conta que o arquipélago registou a primeira amostra da variante BA.5.

O governante justificou que a decisão de manter as medidas delineadas se baseia em fatores como “o número de internamentos ser cada vez menor, a mortalidade ou letalidade relacionada com a doença estar abaixo daquilo que eram as previsões da Organização Mundial de Saúde e o Rt [índice de transmissibilidade] ser o mais baixo do país, 0.86”.

LUSA/HN