Madeira com mais uma morte e 73 novos casos

Madeira com mais uma morte e 73 novos casos

A informação divulgada pela Secretaria Regional da Saúde e Proteção Civil do arquipélago refere que a vítima mortal foi um doente com 75 anos, com comorbilidades associadas, que morreu no Hospital Dr.Nélio Mendonça, no Funchal.

Esta foi a segunda morte na sequência da infeção por SAR-Cov-2 ocorrida esta semana na região.

O boletim epidemiológico diário divulgado pela Direção Regional de Saúde (DRS) refere que dos novos casos, 67 são de transmissão local e apenas seis importados, nomeadamente da Áustria (três), Reino Unido (dois) e Suíça (um).

A Madeira contabiliza um total de 12.718 casos confirmados de infeção por SARS-CoV-2 desde o início da pandemia.

A DRS indica que estão identificadas 407 situações ativas, sendo 49 casos importados e 358 de transmissão local.

Estas pessoas infetadas estão a cumprir isolamento, encontrando-se 30 internadas na unidade hospitalar da região, cinco das quais nos cuidados intensivos.

Outras 45 estão isoladas num hotel e as restantes permanecem em alojamento próprio.

As autoridades de saúde insulares estão também a avaliar 155 casos relacionadas com viajantes identificados no aeroporto, contactos com casos positivos ou outras situações reportadas à linha SRS24 ou provenientes dos vários postos de testagem da Madeira.

Ainda estão em vigilância ativa 495 pessoas que tiveram contacto com pessoas infetadas e 35.717 viajantes que chegaram à região através da aplicação ‘MadeiraSafe’.

A região sinalizou mais 38 doentes recuperados da Covid-19, totalizando 12.231 pessoas curadas depois de terem sido infetadas com o novo coronavírus.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

A Covid-19 provocou pelo menos 5.094.101 mortes em todo o mundo, entre 252.864.960 infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.257 pessoas e foram contabilizados 1.107.488 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

LUSA/HN

Rússia regista mais de 1.200 mortes diárias pelo quinto dia consecutivo

Rússia regista mais de 1.200 mortes diárias pelo quinto dia consecutivo

Nas últimas 24 horas morreram na Rússia 1.219 pessoas por Covid-19 e foram registadas 38.823 novas infeções, de acordo com os dados divulgados pela comissão governamental criada para lutar contra a propagação do novo coronavírus.

Os números de óbitos mais elevados foram registados na capital, Moscovo (com 95 mortes), seguida de São Petersburgo (80) e da região de Moscovo (59).

As autoridades russas atribuem a forte subida do número de infeções observada ao longo das últimas semanas essencialmente à baixa taxa de vacinação no país, mas também à agressividade da variante Delta e à falta de cumprimento rigoroso das normas sanitárias, como o distanciamento social, desinfeção frequente das mãos e uso de máscara.

Até esta sexta-feira tinham recebido o esquema de vacinação completo 57.961.578 cidadãos, o que coloca a imunidade de grupo em cerca de 49%, abaixo dos 80% que as autoridades pretendem alcançar.

Perante o agravamento da situação epidémica, o Governo russo enviou ao parlamento um projeto de lei que visa tornar obrigatória a utilização de um passe sanitário nos transportes e em locais públicos.

A iniciativa prevê que sejam dados passes sanitários a pessoas vacinadas, que recuperaram de infeção provocada pelo vírus SARS-CoV-2 ou com teste recente negativo para a Covid-19.

Com 9.070.674 casos, a Rússia é o quinto país do mundo em número de infeções, atrás dos Estados Unidos, Índia, Brasil e Reino Unido.

A Covid-19 provocou mais de cinco milhões de mortes em todo o mundo, entre mais de 251,87 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

LUSA/HN

Brasil volta a registar mais de 100 mortes em 24 horas

Brasil volta a registar mais de 100 mortes em 24 horas

De acordo com o boletim epidemiológico do governo, o país sul-americano assinalou mais 6.431 novos casos de infeção pelo novo coronavírus entre segunda-feira e terça-feira, perfazendo um total de 21.821.124 casos positivos e 608.071 mortes.

O país com 213 milhões de habitantes tem anotado redução nos indicadores da pandemia, à medida que vai avançando na campanha de vacinação.

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 155 milhões brasileiros receberam a primeira dose da vacina contra o vírus SARS-COV-2 e 120,8 milhões completaram o esquema de vacinação.

A taxa de incidência da doença no Brasil mantém-se em 289 óbitos por 100 mil habitantes e a taxa de casos é de 10.383.

Todavia, os números divulgados são parciais, uma vez que o estado de Mato Grosso não tem conseguido atualizar os dados desde sexta-feira, quando o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) os recebeu pela última vez.

Em números absolutos, o Brasil permanece na segunda posição mundial na lista de nações com mais mortes, depois dos Estados Unidos, e na terceira com mais casos positivos, antecedido pelos norte-americanos e pela Índia.

A nível interno, São Paulo é o estado mais afetado pela pandemia, registando 4.406.990 casos e 152.081 vítimas mortais.

São Paulo, que é também o estado mais rico e populoso do país, com 46 milhões de habitantes, entrou na segunda-feira na última etapa de flexibilização das restrições contra a Covid-19.

A partir de novembro, estão permitidos espetáculos com a participação do público em pé, atividades de entretenimento, além do funcionamento de discotecas e o regresso integral do público aos estádios.

Os municípios daquela unidade federativa contam com autonomia para adotar ou não a decisão do executivo estadual.

A Covid-19 provocou pelo menos 5.003.717 mortes em todo o mundo, entre mais de 247,03 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.171 pessoas e foram contabilizados 1.091.592 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

LUSA/HN

Estudo indica que antidepressivo reduz risco de hospitalização prolongada por Covid-19

Estudo indica que antidepressivo reduz risco de hospitalização prolongada por Covid-19

O estudo, realizado por uma equipa internacional de investigadores, analisa os resultados referentes ao antidepressivo fluvoxamina no ensaio clínico ‘Together’, em curso no Brasil, que investiga a eficácia na Covid-19 de oito tratamentos reaproveitados.

Segundo a investigação, 741 participantes receberam 100 mg de fluvoxamina duas vezes ao dia durante dez dias e 756 participantes receberam um placebo, tendo sido observados durante 28 dias após o tratamento.

Dos 741 participantes que receberam fluvoxamina, 79 (10,6%) necessitaram de uma permanência prolongada por mais de seis horas num serviço de urgência ou hospitalização, contra 119 dos 756 participantes (15,7%) que receberam o placebo.

De acordo com a publicação na Lancet, os resultados demonstraram “uma redução absoluta” do risco de internamento prolongado ou cuidados de urgência prolongados de 5% com e uma redução de risco relativo de 32%.

“O uso de fluvoxamina para tratar em ambulatório doentes de alto risco diagnosticados precocemente com Covid-19 reduziu a necessidade de observação prolongada em urgência ou hospitalização, em comparação com o grupo de controlo que recebeu um placebo”, referem os autores do estudo citados num comunicado da revista.

Para os investigadores, estes resultados representam “um passo importante” na compreensão do papel da fluvoxamina para os doentes em ambulatório com Covid-19, diagnosticado precocemente e sintomáticos, e reforçam o conceito de que é possível gerar provas rápidas e de alta qualidade durante a pandemia”.

“Desenvolvimentos recentes nas campanhas de vacinação provaram ser eficazes e importantes na redução do número de novos casos sintomáticos, hospitalizações e óbitos por Covid-19. Contudo, a Covid-19 ainda representa um risco para as pessoas que vivem em países com poucos recursos e acesso limitado à vacinação”, alerta Edward Mills, da Universidade McMaster, co-investigador principal do ensaio.

Para o investigador, é de “grande importância” identificar terapias baratas, amplamente disponíveis e eficazes contra a Covid-19, bem como “reaproveitar medicamentos existentes que estão amplamente disponíveis e têm perfis de segurança bem compreendidos é de particular interesse”.

A fluvoxamina, um inibidor seletivo da recaptação da serotonina (SSRI) usado para tratar problemas de saúde mental, como depressão e transtornos obsessivo-compulsivos, foi escolhida para o estudo devido às suas propriedades anti-inflamatórias.

Segundo Angela Reiersen, professora associada de Psiquiatria da Washington University em St. Louis e coautora do estudo, “a fluvoxamina pode reduzir a produção de moléculas inflamatórias, chamadas citocinas, que podem ser desencadeadas pela infeção pelo SARS-CoV-2”.

O ensaio ‘Together’ começou em junho de 2020, mas o estudo da fluvoxamina começou em janeiro de 2021, recrutando adultos brasileiros sintomáticos, com teste positivo à Covid-19, que não foram vacinados e tinham pelo menos um critério adicional de alto risco.

Embora a mortalidade não tenha sido um objetivo de análise primário do estudo, numa análise secundária “por protocolo” de doentes que tomaram pelo menos 80% das doses de medicação, houve uma morte no grupo da fluvoxamina, contra 12 no grupo placebo.

“Dada a segurança da fluvoxamina, a tolerabilidade, a facilidade de utilização, o baixo custo e a disponibilidade generalizada, estes resultados podem ter uma influência importante nas orientações nacionais e internacionais sobre a gestão clínica da Covid-19″, defende Gilmar Reis, coinvestigador principal, sediado em Belo Horizonte, Brasil.

Os autores reconhecem algumas limitações no estudo, referindo que a fluvoxamina não está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde, enquanto a fluoxetina está, defendendo ser crucial estabelecer se estes fármacos podem ser utilizados de forma intercambiável, bem como determinar se a combinação de fluvoxamina com outros fármacos irá proporcionar um efeito maior de tratamento nesta doença.

LUSA/HN

Angola confirma mais 53 casos nas últimas 24 horas

Angola confirma mais 53 casos nas últimas 24 horas

Dos 53 casos novos, dos quais 30 do sexo masculino e 23 do sexo feminino, com idades entre 21 dias e 81 anos, 43 foram identificados em Luanda e 10 no Zaire.

Um homem e uma mulher, com 22 e 67 anos, morreram devido à doença e outras nove pessoas foram consideradas recuperadas.

Registam-se agora 62.842 casos da doença em Angola, dos quais 1.664 óbitos, 10.552 ativos e 50.626 recuperações.

Nas últimas 24 horas, foram processadas 1.122 amostras por RT-PCR (47 positivas e 1.075 negativas), com uma taxa de positividade de 4,2%, ascendendo o total acumulado a 1.070.329 amostras.

A Covid-19 provocou pelo menos 4.891.684 mortes em todo o mundo, entre mais de 240 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

LUSA/HN