Ordem dos Médicos
Carlos Cortes defende que SNS tem de continuar a formar médicos

Carlos Cortes defende que SNS tem de continuar a formar médicos

O bastonário da Ordem dos Médicos defendeu esta segunda-feira em Setúbal que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem a obrigação de continuar a formar médicos, mesmo que muitos deles continuem a sair, a custo zero, para o setor privado. 

Carlos Cortes defende “acordo pleno” com sindicatos médicos

Carlos Cortes defende “acordo pleno” com sindicatos médicos

O bastonário da Ordem dos Médicos defendeu que um “acordo pleno” entre os sindicatos dará “maior segurança e maior tranquilidade” às propostas do Governo, depois do “acordo intercalar” alcançado apenas com o Sindicato Independente dos Médicos (SIM).

Carlos Cortes defende que SNS tem de continuar a formar médicos

Ordem considera vagas no internato um cartão vermelho ao Governo

A Ordem dos Médicos (OM) defendeu que as centenas de vagas por preencher no concurso de internato médico no Serviço Nacional de Saúde (SNS), são “um cartão vermelho” ao Ministério da Saúde, que acusou de incompetência e inoperância.

OM profundamente preocupada com SNS

OM profundamente preocupada com SNS

A Assembleia de Representantes da Ordem dos Médicos manifestou esta terça-feira “profunda preocupação” com o momento “particularmente difícil” vivido no SNS e defendeu uma ação urgente do Governo, avisando que, se nada for feito, a situação tornar-se-á insustentável em novembro.

ÚLTIMAS

Serviços de urgência a funcionar com limitações na próxima semana

Trinta e três serviços de urgência em todo o país vão estar a funcionar com limitações na próxima semana, verificando-se uma “melhoria real” nas especialidades com constrangimentos, indicou hoje a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS).

João Emílio Cardoso: “Há farmacêuticos residentes que estão a ser utilizados como força de trabalho”

As dificuldades sentidas pelos residentes farmacêuticos residentes são sobreponíveis às dos internos, quem o diz é o Membro da Comissão Instaladora da Associação Portuguesa dos Farmacêuticos Residentes (APFR). Segundo João Emílio Cardoso, há locais onde estes profissionais “estão a ser utilizados como força de trabalho”. “Vemos com preocupação estas situações, até porque não temos, em Portugal, um corpo de farmacêuticos especialistas que possam suprir essas faltas”, afirmou. 

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OPINIÃO

João Emílio Cardoso: “Há farmacêuticos residentes que estão a ser utilizados como força de trabalho”

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