Associação denuncia falta de vontade política para implementar programa nacional de rastreio do cancro do pulmão, doença que vitima 12 portugueses por dia. Projeto-piloto apresentado em 2021 continua por concretizar
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Apesar do investimento e do conhecimento gerado com os avanços científicos, o cancro do pulmão continua a ser um grave problema de saúde pública, com uma incidência mundial que se mantém em crescimento, razão pela qual é lançada a 4.ª edição da campanha “O Cancro do Pulmão Não Tira Férias”, que pretende alertar para os fatores de risco associados a esta patologia.
A Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão considerou hoje inaceitável que o Governo tenha desaproveitado a linha de financiamento europeia que permitia avançar com rastreios do cancro do pulmão, causando “prejuízo a todos os portugueses”.
O Diretor do Serviço de Oncologia do Centro Hospitalar Universitário de Santo António e a presidente da Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta contra o Cancro do Pulmão alertaram esta segunda-feira que o cancro do pulmão de pequenas células corresponde a cerca de 10 a 13% de todos os casos. Trata-se de um tipo de cancro com esperança de vida reduzida.
“d´AR VOZ à vida no Cancro do Pulmão” é um projeto da Takeda com a colaboração da Pulmonale, que ficará disponível nas principais plataformas agregadoras de podcast, bem como no site da associação, a partir de dia 14 de novembro.
A Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão (Pulmonale) promoveu, em Lisboa, uma ação de sensibilização para a necessidade da implementação do rastreio do cancro do pulmão.
Para assinalar o mês de luta contra o cancro do pulmão, a Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão preparou uma ação de rua muito especial. Hoje, dia 06 de novembro, convida a população a integrar a “equipa do rastreio” em emocionantes partidas de matraquilhos contra o cancro do pulmão. A Arena Pulmonale espera-o entre as 13.00 e as 17.00, junto à Fonte Luminosa da Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa.
No próximo dia 6 de novembro, a Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão convida a população a integrar a “equipa do rastreio” em partidas de matraquilhos contra o cancro do pulmão.
O fundador da Pulmonale, António Araújo, defendeu esta segunda-feira a implementação, com urgência em Portugal, de um rastreio ao cancro do pulmão, “o cancro que mais mata e cujo diagnóstico precoce pode salvar vidas”.
Nesta entrevista com a presidente da Pulmonale, Isabel Magalhães, abordámos a prevenção no cancro do pulmão, primária e secundária. Conversámos sobre a decisão comunicada pelo ministro Manuel Pizarro e a necessidade de se apostar mais na saúde, num país preocupado sobretudo com a doença.
#AgirAntesdeSentir é o nome da campanha de sensibilização que a Pulmonale (Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão) promove durante o mês de novembro para alertar para a necessidade da implementação de um rastreio, para deteção precoce do cancro do pulmão.
No âmbito do mês de sensibilização do cancro do pulmão, novembro, a Pulmonale, Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão, desenvolveu a campanha “Não há dois pulmões iguais. Não há dois cancros iguais”. A iniciativa conta a história vários doentes, alertando para a “singularidade de cada cancro”. O segundo testemunho foi divulgado esta segunda-feira no YouTube.
Sob o mote “Não há dois pulmões iguais. Não há dois cancros iguais”, a Pulmonale, Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão, lança hoje uma campanha de sensibilização para a heterogeneidade do cancro do pulmão.
“O atraso no diagnóstico, já por si muitas vezes tardio, constituirá a maior preocupação decorrente da pandemia, no que se refere ao cancro do pulmão”, afirma Isabel Magalhães, presidente da Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão (Pulmonale).
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