A FSNS dá mais um passo este ano para contribuir para a transformação do sistema público de saúde, envolvendo a sociedade civil, ouvindo profissionais com décadas de experiência e com diferentes ideias entre si, como manda a democracia.“E é preciso envolver a sociedade civil nos acertos e nos progressos, defende a FSNS. Isso implica unir um grupo alargado de pessoas com perspetivas e ideias diferentes.”
“O que nós estamos a fazer é juntar, conectar (…), que é fundamental nestes processos transformativos em sistemas complexos”
“E nós precisamos disso, de conseguir combinar pontos de vista, experiências, sensibilidades, por ângulos diversos. Porque nós somos limitados. Qualquer ser humano, por mais genial que seja, por mais Nobel ganhos, é sempre muito limitado. Portanto, o desafio que se coloca nas democracias mais complexas (…) é conseguir juntar a grande abrangência de conhecimentos, saberes e pontos de vista.”
O evento que contará com 700 participantes presenciais e em regime remoto, inclui a participação do Sr Ministro da Saúde, o Sr Diretor Executivo do SNS, da Luísa Salgueiro, Sobrinho Simões, Luís Portela, Júlio Machado Vaz, Xavier Barreto, Sofia Leal, Margarida Filipe, Alcindo Maciel Barbosa e Bernardo Vilas Boas, Henrique Barros.
Haverá ainda, de manhã e de tarde, dois espaços participativos, a protagonizar por 13 participantes de organizações parceiras e colaboradores da Fundação SNS. A partir da perspetiva dos utentes, dos seus familiares e cuidadores, dos profissionais, dos estudantes, e das organizações de saúde que contribuirão com críticas/soluções estruturais preconizadas, procura-se concretizar a desejada transformação do SNS.
A próxima conferência decorrerá em Évora no dia 01 de abril.
FSNS/HN
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