O programa New Sunshine Hospital School, na China, oferece ensino adaptado a mais de 46 mil crianças gravemente doentes, garantindo continuidade escolar durante o internamento e inspirando novas abordagens globais para a educação inclusiva.
O programa New Sunshine Hospital School, na China, oferece ensino adaptado a mais de 46 mil crianças gravemente doentes, garantindo continuidade escolar durante o internamento e inspirando novas abordagens globais para a educação inclusiva.
A Agência Europeia do Medicamento aprovou esta quinta-feira a possibilidade de o medicamento para a Covid-19 Paxlovid, da farmacêutica Pfizer, ser usado em tratamento de pessoas que não estão ventiladas e que estejam em risco de desenvolver doença grave.
Especialistas da Faculdade de Ciências admitem que Portugal pode estar a entrar na 5.ª vaga de Covid-19 e defendem o reforço da vacina em grupos etários onde os novos casos têm aumentado, mesmo que tenham baixo risco de doença grave.
Investigadores do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) descobriram um mecanismo, associado a uma alteração nos linfócitos T, que pode explicar porque é que a infeção pelo SARS-CoV-2 causa doença leve ou doença grave nos indivíduos.
O bastonário da Ordem dos Médicos (OM) disse esta quinta-feira que “é capital” transmitir às pessoas que têm de continuar a proteger-se porque só se Portugal mantiver a pandemia da Covid-19 controlada terá a economia a funcionar.
O estudo “A Saúde dos Portugueses: um BI em nome próprio”, realizado pela Médis, revela que 30% dos portugueses inquiridos que sofre de uma doença grave acusa a pandemia de prejudicar a sua saúde. Os resultados do estudo permitiram constatar ainda que um em cada cinco inquiridos reduziu o recurso a médicos por rotina ou prevenção.
Mais de metade dos inquiridos maiores de idade num estudo nacional que será apresentado hoje em Lisboa considera o seu estado de saúde como bom (29%) ou muito bom (23%).
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade