O investigador João Paulo Gomes afirmou esta sexta-feira que “não há qualquer motivo para alarme” em relação às novas sublinhagens da variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2, mas recomendou manutenção de “vigilância ativa”.

O investigador João Paulo Gomes afirmou esta sexta-feira que “não há qualquer motivo para alarme” em relação às novas sublinhagens da variante Ómicron do coronavírus SARS-CoV-2, mas recomendou manutenção de “vigilância ativa”.
O investigador do INSA João Paulo Gomes apelou esta segunda-feira à calma em relação à nova variante Ómícron do coronavírus, afirmando que são precisos dados consistentes para se tirar uma “conclusão mais séria” sobre o seu impacto.
O investigador do INSA João Paulo Gomes afirmou esta sexta-feira que a nova variante do coronavírus detetada na África do Sul é “um motivo de preocupação, mas não é motivo de alarme total”, adiantando que ainda não foi identificado nenhum caso em Portugal.
A variante Delta representa 98,6% dos casos em Portugal anunciou o microbiologista João Paulo Gomes, do Instituto Ricardo Jorge, que disse ser espectável o aparecimento de novas variantes, mas sem preocupação por causa da vacinação.
O microbiologista João Paulo Gomes defende que “é normal” aumentar a fasquia para se atingir a imunidade de grupo com a variante delta, porque é mais transmissível e, logo, é mais difícil baixar a incidência comunitária.
A variante Delta é 60% mais transmissível, tem o dobro das probabilidades de levar uma pessoa ao hospital, mas as vacinas mostraram-se eficazes a prevenir doença grave, revelou o microbiologista João Paulo Gomes, citando dados das autoridades britânicas.
O microbiologista João Paulo Gomes considera que, dentro de duas a três semanas, a variante delta será predominante em Portugal continental e diz que a ‘delta plus’, por enquanto, não é preocupante pois tem pequena expressão e está “relativamente controlada”.
Seis casos da variante indiana de Covid-19, responsável por um surto na Índia, foram detetados na última semana em Portugal, anunciou esta terça-feira o investigador João Paulo Gomes, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).
A variante do vírus SARS-CoV-2 identificada na África do Sul está a gerar “alguma preocupação” pelo crescimento recente em Portugal, admitiu hoje o investigador João Paulo Gomes, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA).
Uma investigação da Universidade de Bristol demonstra que smartwatches podem monitorizar o consumo de álcool com maior precisão do que métodos tradicionais. O estudo revela que esta tecnologia pode transformar intervenções futuras e melhorar o entendimento dos padrões de consumo
A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) defendeu hoje que o recente acórdão que deu razão a uma doente oncológica num diferendo com a Autoridade Tributária deve permitir resolver os “imensos casos” semelhantes verificados nos últimos anos.
Cerca de 1,5 milhões de mulheres deverão ser rastreadas ao cancro da mama nos próximos dois anos, no âmbito do alargamento do rastreio que implica um reforço de investimento de 10 milhões de euros.
Os hospitais públicos ou em parceria público-privada mantiveram-se em 2023 como os principais prestadores de serviços de saúde, assegurando 80,8% dos atendimentos em urgências e mais de 70% dos internamentos e cirurgias, segundo dados do INE.
Investigadores das universidades de Konstanz e Viena descobriram um novo antibiótico que ativa o mecanismo de autodestruição da bactéria Neisseria gonorrhoeae. Este avanço, publicado na Nature Microbiology, combate eficazmente variantes multirresistentes sem prejudicar outras células ou microrganismos.
Um estudo da Universidade Hebraica de Jerusalém revela que o trabalho em equipa e sistemas proativos são cruciais para garantir acompanhamento médico regular a pacientes com doenças crónicas. A colaboração interdisciplinar melhora a adesão ao tratamento e os resultados de saúde
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