O presidente reeleito da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) vê como “catastrófico” o número de vagas que ficaram por preencher no último concurso de acesso à especialidade. Segundo Nuno Jacinto, os médicos do Serviço Nacional de Saúde não são bem tratados. É por isso que garante que, no novo mandato, a associação vai continuar a reforçar “a voz de todos os médico de família”.
