O Sindicato Independente dos Médicos promoveu uma série de encontros com os partidos com assento parlamentar. Objectivo: colocar as suas reivindicações na mesa antes da discussão do próximo OE, pressionando por mudanças na profissão.
O Sindicato Independente dos Médicos promoveu uma série de encontros com os partidos com assento parlamentar. Objectivo: colocar as suas reivindicações na mesa antes da discussão do próximo OE, pressionando por mudanças na profissão.
Em entrevista ao HealthNews, Fernando Araújo, Professor Catedrático, médico, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde do XXI Governo Constitucional e primeiro Diretor Executivo do SNS, apresenta as prioridades do PS para as legislativas de 18 de maio: reforço do acesso e combate às desigualdades, integração de cuidados, valorização dos profissionais, inovação tecnológica, desburocratização do SNS, promoção da saúde e aposta na prevenção, com cooperação reforçada entre setores público, privado e social.
No seu programa político para a área da Saúde, o CHEGA propõe uma reestruturação profunda do SNS, defendendo um Sistema Nacional de Saúde que articule setores público, privado e social, com Sistemas Locais de Saúde para combater desigualdades. Prioriza a valorização das carreiras dos profissionais, incentivos à fixação, acesso célere a cuidados, aposta na telemedicina, combate às dependências e reforço da saúde mental e da prevenção.
Mário Amorim Lopes, professor auxiliar na Universidade do Porto; investigador no INESC-TEC e cabeça de lista do Iniciativa Liberal (IL) pelo distrito de Aveiro nas próximas eleições legislativas, marcadas para o dia 18 de maio, defende, em entrevista ao HealthNews, uma reforma profunda do SNS através do modelo SUA Saúde, que integra todos os prestadores para garantir acesso universal. Propõe ainda incentivos à fixação de profissionais, aposta na prevenção, digitalização e reforço da saúde mental, com financiamento por capitação ajustada à carga de doença.
Bernardino Soares, Membro do Comité Central do PCP e Candidato da CDU às Eleições Legislativas de 18 de maio, defende, em entrevista ao HealthNews, o reforço do SNS, com mais investimento público, valorização dos profissionais, combate à privatização, acesso universal a cuidados de saúde, aposta na saúde mental e prevenção das dependências, garantindo financiamento adequado e qualidade no serviço público.
O LIVRE, através de Raquel Pichel, médica e candidata do partido pelo círculo do Porto nas legislativas de 18 de maio, defende um SNS público, universal e gratuito, valorização dos profissionais de saúde, reforço dos cuidados primários, aposta na saúde mental, combate às dependências e medidas para responder ao envelhecimento e doenças crónicas, garantindo sustentabilidade e justiça no acesso aos cuidados.
Carlos Cortes, Bastonário da Ordem dos Médicos, defende que o próximo Governo deve apostar na valorização dos recursos humanos, na reforma da gestão do SNS e na centralidade da pessoa nos cuidados de saúde. Propõe políticas de retenção de médicos, autonomia de gestão e humanização transversal do sistema.
Ana Escoval, Professora Catedrática Jubilada da ENSP (NOVA) e vogal da Direção da Associação Portuguesa de Desenvolvimento Hospitalar, analisa as propostas dos partidos para as legislativas de 18 de maio, destacando a necessidade de inovação, integração de cuidados, racionalização de recursos e reforço da cooperação público-privada como eixos centrais para a transformação e sustentabilidade do SNS
Luís Filipe Pereira, ex-ministro da Saúde, analisa os desafios estruturais do SNS, destacando a ineficiência do Estado nas funções de prestador, financiador e empregador. Defende a transição para um Sistema de Saúde que integre prestadores públicos, privados e sociais, promovendo eficiência e liberdade de escolha para os utentes.
Constantino Sakelarides, Professor Catedrático Jubilado e antigo Diretor-Geral da Saúde, propõe um roteiro para a análise das propostas eleitorais na saúde, destacando o reforço da Saúde Pública, um plano plurianual para o SNS com autonomia de gestão, valorização dos profissionais e uma cooperação transparente entre setores público, social e privado
João Paulo Magalhães, Vice-Presidente da Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública, defende para o próximo Governo três prioridades essenciais para a Saúde Pública: reforço da promoção da saúde e prevenção da doença, modernização e clarificação da organização dos serviços de Saúde Pública, e valorização das condições de trabalho e carreira dos médicos de Saúde Pública
Constantino Sakelarides, Professor Catedrático Jubilado e antigo Diretor-Geral da Saúde, propõe um roteiro para a análise das propostas eleitorais na saúde, destacando o reforço da Saúde Pública, um plano plurianual para o SNS com autonomia de gestão, valorização dos profissionais e uma cooperação transparente entre setores público, social e privado
O Professor António Correia de Campos, Catedrático Jubilado e antigo Ministro da Saúde, aponta doze medidas de Saúde para qualquer novo Governo. Nelas, defende que os programas políticos para as legislativas de 18 de maio devem priorizar a integração das várias redes do sistema de saúde, reforçando a articulação entre hospitais, cuidados primários, cuidados continuados e ERPI. Propõe ainda soluções transitórias para a falta de médicos e aposta na dedicação plena para profissionais do SNS
Fernando Leal da Costa, Professor Universitário e ex-ministro da Saúde, defende como prioridades para o próximo Governo: revisão da Lei de Bases da Saúde e do Estatuto do SNS, reforma administrativa, reforço da gestão local, digitalização dos processos clínicos, controlo estatal da ADSE, redefinição dos recursos humanos, avaliação da eficiência, renovação hospitalar e aposta na prevenção.
Em entrevista exclusiva ao Healthnews, Joana Bordalo e Sá, Presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), traça um retrato severo do estado do Serviço Nacional de Saúde. A líder sindical acusa o governo de Luís Montenegro de negar a realidade de um “subfinanciamento estrutural” e de uma “má governação” que asfixiam o SNS. Garante que a FNAM não abdicará da luta, integrando a Greve Geral de 11 de dezembro, e exige um pacto fundamental que garanta um serviço público, universal e com condições para os profissionais
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As autoridades sanitárias da Catalunha ordenaram a inspeção de cinco centros de investigação que manipulam o vírus, após análise genética apontar para uma estirpe utilizada em contexto experimental, numa fuga que poderá estar na origem do foco
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