A Câmara de Pedrógão Grande, no norte do distrito de Leiria, disponibiliza desde hoje apoios, que podem ir até aos 500 euros mensais para habitação, para a fixação de médicos de família no concelho.

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Sete anos passam hoje sobre o dia em que eclodiu, em Pedrogão Grande, o incêndio florestal que se viria a tornar o mais mortífero de sempre em Portugal, mas, no terreno, muito falta fazer desde aqueles dias fatídicos.
O médico José Manuel Gonçalves Silva, que serviu Pedrógão Grande, no norte do distrito de Leiria, durante quase 40 anos, vai ser homenageado no dia 16, na Casa da Cultura.
A Assembleia Municipal de Pedrógão Grande manifestou-se a favor da criação de uma unidade de saúde familiar ((USF), mas exigiu a manutenção das extensões de saúde e recomendou à Câmara a atribuição de apoios aos profissionais de saúde.
Uma homenagem à equipa de saúde mental é uma das iniciativas que assinala hoje o quinto aniversário dos incêndios de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, que provocaram a morte a 66 pessoas.
Cinco anos depois dos incêndios de Pedrógão Grande, muitas das pessoas que viveram direta ou indiretamente a tragédia continuam a ser acompanhadas pela equipa de saúde mental de Leiria/Norte do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.
A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG) assinala na sexta-feira cinco anos sobre os fogos naquele concelho com uma homenagem à equipa da saúde mental, entre outras iniciativas, e pede que 2022 seja um virar de página.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil deu prioridade aos meios para o incêndio de Góis, em 2017, tendo em conta o “histórico” dos fogos nesta localidade, disse esta quinta-feira uma testemunha no Tribunal de Leiria.
A Direção do Sindicato dos Enfermeiros anunciou a sua demissão com efeitos imediatos, citando um ambiente interno tóxico e ataques orquestrados que minaram os seus esforços. Após três anos de avanços na valorização da profissão, os dirigentes abandonam funções de cabeça erguida.
Quase um terço da população portuguesa com 16 ou mais anos apresentava sintomas de ansiedade generalizada em 2024 e 10% tinham sintomas graves como ataques de pânico ou palpitações, revelam dados hoje divulgados pelo INE.
Um estudo piloto realizado na Universidade de Gotemburgo revelou que 5,5% das crianças suecas do 4.º ano escolar apresentam distúrbios do espectro alcoólico fetal (FASD). A pesquisa indica que os defeitos congénitos causados pelo consumo de álcool durante a gravidez podem ser tão comuns na Suécia quanto em outros países europeus
Os resultados dos exames de rastreio do cancro da mama nos Açores passam a estar disponíveis no processo clínico dos utentes, graças à integração no sistema da Direção Regional de Saúde. Este avanço, financiado pelo PRR, garante maior eficiência e segurança na gestão dos dados
A Suécia lidera esforços globais na redução de danos causados pelo tabaco, combinando políticas públicas, educação e alternativas menos nocivas. Com uma taxa de tabagismo de apenas 6%, o país está próximo de se tornar a primeira nação “livre de fumo”, com prevalência abaixo de 5%.
Nathalie Cardinal von Widdern é a nova Country President da AstraZeneca Portugal, integrando também a equipa de liderança regional. Com 17 anos de experiência, traz uma visão estratégica para consolidar a posição da empresa como parceira essencial do sistema de saúde e líder em inovação.
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