“Apenas gostaria de salientar que é necessário investir em ciência no país para que se possa desenvolver investigação de nível internacional. Que esse investimento em ciência aconteça, porque não está a acontecer como devia. (…) Tem de ser uma prioridade porque sem essa prioridade o país não será competitivo no mundo moderno. Não é possível ter empresas ou hospitais desenvolvidos se não tivermos uma base forte na infraestrutura científica”, afirmou o coordenador do Centro Português de Ressonância Magnética Nuclear, entrevistado na sequência da inauguração desta nova infraestrutura da Universidade de Aveiro, que aloja um equipamento único na Península Ibérica que pode ser utilizado na área da saúde.
