Bélgica regista 660 novos casos e 111 mortes

30 de Abril 2020

Bruxelas, 30 abr 2020 (Lusa) – A Bélgica registou, nas últimas 24 horas, 660 novos casos confirmados de covid-19 e 111 mortes, segundo dados oficiais hoje divulgados.

Bruxelas, 30 abr 2020 (Lusa) – A Bélgica registou, nas últimas 24 horas, 660 novos casos confirmados de covid-19 e 111 mortes, segundo dados oficiais hoje divulgados.

De acordo com o boletim epidemiológico de hoje, nas últimas 24 horas foram registados 660 novos casos positivos de contaminação com o novo coronavírus (face aos 525 de quarta-feira), para um total de 48 519.

Nas últimas 24 horas houve 111 mortes, um recuo face às 170 divulgadas na véspera, totalizando a Bélgica 7.594 óbitos por covid-19 desde o início da pandemia no país.

Nas últimas 24 horas foram hospitalizadas 178 pessoas (174 na quarta-feira), num total de 15.239, e 293 tiveram alta (340 na véspera), o que perfaz 11.576 desde 15 de março.

Segundo o boletim, a semana que começou a 06 de abril foi a que registou a maior taxa bruta de mortalidade: 37,2 por mil habitantes.

Nessa semana, morreram este ano 4.254 pessoas, face às 1.960 na mesma semana de 2019 e 2.158 de 2018.

O primeiro caso da pandemia covid-19 na Bélgica foi identificado em 04 de fevereiro, mas só começaram a ser recolhidos dados em todos os hospitais em 15 de março.

As mortes em lares e casas de repouso só começaram a ser incluídas na contagem diária em 10 de abril e abrangem casos confirmados e suspeitos de infeção pelo coronavírus.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 224 mil mortos e infetou cerca de 3,2 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Cerca de 890 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 973 pessoas das 24.505 confirmadas como infetadas, e há 1.470 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

Lusa/HN

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