Nestes grupos, são oferecidas amostras de saliva, presumivelmente contaminadas com o coronavírus SARS-CoV-2, para que as pessoas contraiam a doença.
Esta informação foi avançada pela televisão nacional RTS e as autoridades já alertaram que esta prática é ilegal e perigosa.
O Gabinete Federal Suíço de Saúde Pública (OFSP) referiu que esta prática de contaminação voluntária é crime e pode ser punida com até cinco anos de prisão.
“[Esta prática] contribui para acelerar a transmissão do vírus e a gravidade da pandemia. Fazem com que as pessoas coloquem em risco as suas famílias”, alertou Aglaé Tardin, uma médica de Genebra, em comunicado à RTS.
A Suíça anunciou em 17 de dezembro o regresso ao teletrabalho e limitações no acesso a diversos estabelecimentos para não vacinados
As reuniões privadas, quando se aproxima a época de Natal, serão limitadas a dez pessoas, incluindo crianças, se um dos membros com 16 ou mais anos não estiver vacinado ou curado.
Parte significativa da população suíça mantém-se relutante em ser vacinada, com a taxa de imunização naquele país a estar estagnada nos 66% nos últimos meses.
LUSA/HN
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