Investigadores alemães demonstraram pela primeira vez que o vírus da Hepatite E pode infetar células renais e replicar-se nos rins, tornando-se menos sensível a tratamentos antivirais e podendo evoluir de forma independente do fígado.
Investigadores alemães demonstraram pela primeira vez que o vírus da Hepatite E pode infetar células renais e replicar-se nos rins, tornando-se menos sensível a tratamentos antivirais e podendo evoluir de forma independente do fígado.
Mais de 35 mil pessoas morreram por ano na Europa, entre 2016 e 2020, devido a infeções motivadas por resistência a medicamentos antimicrobianos, segundo um relatório do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) esta quinta-feira divulgado.
A diretora-geral da Saúde afirmou esta terça-feira que Portugal adquiriu 35 mil doses de medicamentos antivirais para a Covid-19 e que os contratos com as farmacêuticas permitem a reposição dos respetivos ‘stocks’.
A aquisição de medicamentos contra a Covid-19 está alinhada com a estratégia europeia, garantiu a Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), adiantando que Portugal adquiriu os antivirais Paxlovid e Lagevrio para 35 mil tratamentos em 2022.
O Governo britânico reduziu esta quarta-feira o período de isolamento em Inglaterra de dez para sete dias para pessoas vacinadas que adoeceram com Covid-19, em plena nova vaga de casos causada pela variante Ómicron e a poucos dias do Natal.
As autoridades de saúde e do medicamento portuguesas já concluíram o processo para aquisição dos dois medicamentos contra a Covid-19 aprovados na quinta-feira pela Agência Europeia do Medicamento (EMA), anunciou esta sexta-feira a diretora-geral da Saúde.
Uma nova propriedade antiviral de um medicamento, a tapsigargina, que é “altamente eficaz” contra o novo coronavírus, foi descoberta por uma equipa internacional de investigadores, anunciou esta quarta-feira a Universidade de Nottingham, no Reino Unido.
Um revestimento para tornar superfícies antivirais, um dispositivo para monitorizar a tosse, uma terapia contra a inflamação descontrolada e o desenvolvimento de anticorpos neutralizantes foram as quatro soluções de “combate” à Covid-19 distinguidas pelo Prémio de Inovação em Saúde.
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade