Um estudo desenvolvido pelo centro de investigação da Egas Moniz School of Health and Science, publicado na revista Cancers, alerta para a importância dos cuidados de saúde oral e a prevenção de doenças em sobreviventes de cancro infantil.

Um estudo desenvolvido pelo centro de investigação da Egas Moniz School of Health and Science, publicado na revista Cancers, alerta para a importância dos cuidados de saúde oral e a prevenção de doenças em sobreviventes de cancro infantil.
A diretora-geral da associação Acreditar disse hoje que os pais de crianças com cancro estão preocupados com “a rotatividade bastante grande” dos profissionais de saúde nos hospitais, temendo que possa pôr em causa o tratamento dos filhos.
Apenas o IPO de Lisboa tem uma consulta para sobreviventes de cancro pediátrico que terminaram o tratamento há mais de cinco anos, alertou a associação Acreditar, defendendo que deveria existir em todos os centros de referência de oncologia pediátrica.
Neste mês de setembro, escolhido para a sensibilização para o cancro infantil no mundo inteiro, a Fundação Rui Osório de Castro (FROC) pretende reforçar a necessidade de um maior foco e investimento na área da oncologia pediátrica.
A Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro quer sensibilizar a comunidade escolar para os desafios do cancro pediátrico, através de um jogo que “procura desmistificar tabus e desconstruir mitos”.
Ana tem a vida em suspenso desde que lhe foi diagnosticado um linfoma e Bárbara reaprendeu a andar no hospital entre tratamentos a uma leucemia. São sobreviventes e Barnabés, voluntárias que “levam esperança” aos serviços oncológicos pediátricos do país.
Quase um terço da população portuguesa com 16 ou mais anos apresentava sintomas de ansiedade generalizada em 2024 e 10% tinham sintomas graves como ataques de pânico ou palpitações, revelam dados hoje divulgados pelo INE.
Um estudo piloto realizado na Universidade de Gotemburgo revelou que 5,5% das crianças suecas do 4.º ano escolar apresentam distúrbios do espectro alcoólico fetal (FASD). A pesquisa indica que os defeitos congénitos causados pelo consumo de álcool durante a gravidez podem ser tão comuns na Suécia quanto em outros países europeus
Os resultados dos exames de rastreio do cancro da mama nos Açores passam a estar disponíveis no processo clínico dos utentes, graças à integração no sistema da Direção Regional de Saúde. Este avanço, financiado pelo PRR, garante maior eficiência e segurança na gestão dos dados
A Suécia lidera esforços globais na redução de danos causados pelo tabaco, combinando políticas públicas, educação e alternativas menos nocivas. Com uma taxa de tabagismo de apenas 6%, o país está próximo de se tornar a primeira nação “livre de fumo”, com prevalência abaixo de 5%.
Nathalie Cardinal von Widdern é a nova Country President da AstraZeneca Portugal, integrando também a equipa de liderança regional. Com 17 anos de experiência, traz uma visão estratégica para consolidar a posição da empresa como parceira essencial do sistema de saúde e líder em inovação.
Mais de metade (53,6%) da população portuguesa avaliou, em 2024, o seu estado de saúde com “muito bom ou bom”, o valor mais elevado dos últimos 20 anos, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados.
Quase um terço da população portuguesa com 16 ou mais anos apresentava sintomas de ansiedade generalizada em 2024 e 10% tinham sintomas graves como ataques de pânico ou palpitações, revelam dados hoje divulgados pelo INE.
Um estudo piloto realizado na Universidade de Gotemburgo revelou que 5,5% das crianças suecas do 4.º ano escolar apresentam distúrbios do espectro alcoólico fetal (FASD). A pesquisa indica que os defeitos congénitos causados pelo consumo de álcool durante a gravidez podem ser tão comuns na Suécia quanto em outros países europeus
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