saúde

Pandemia já matou pelo menos 4.689.140 pessoas no mundo

A pandemia de covid-19 matou, até hoje, pelo menos 4.689.140 pessoas no mundo desde o final de dezembro de 2019, segundo um relatório realizado pela agência de notícias francesa AFP com base em fontes oficiais.

Uma morte e 56 novos casos positivos em Cabo Verde

Cabo Verde registou mais uma morte por covid-19, em São Miguel, chegando aos 330 óbitos provocados pela doença no país, que nas últimas 24 horas diagnosticou mais 56 novos infetados, informou hoje o Ministério da Saúde.

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SPMI promove webinar sobre Medicina Interna para internos

A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna realiza webinar a 29 de outubro para esclarecer internos sobre a especialidade. O evento visa desmistificar ideias preconcebidas e destacar o papel da Medicina Interna no SNS.

Governo vai autorizar hospitais a comprar bombas de insulina automáticas

O Governo vai autorizar os hospitais a comprar bombas de insulina automáticas para situações de emergência, após a suspensão da distribuição destes dispositivos na sequência de uma ação interposta em tribunal por um dos concorrentes do concurso público.

Miguel Melo: “o impacto da IA na gestão da diabetes”

A Inteligência Artificial (IA) está a emergir como uma ferramenta poderosa na gestão da diabetes, oferecendo novas perspetivas e soluções para os desafios enfrentados por pacientes e profissionais de saúde.

Simpósio Champalimaud 2024: O Cancro como Ecossistema

De 16 a 18 de outubro, a Fundação Champalimaud em Lisboa irá acolher o Simpósio Champalimaud 2024, intitulado “The Ecology of Cancer: Understanding and Targeting Cancer-Host Interactions”. 

Maioria das lesões neurológicas no desporto são benignas

A maioria das lesões neurológicas sofridas pelos atletas em contexto desportivo são benignas e transitórias, concluiu um trabalho de revisão de um grupo de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP).

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Intervalo de 50 dias entre imunoterapia e transplante reduz risco de rejeição

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Um estudo internacional liderado pelos Hôpitaux Universitaires de Genève (HUG) e pela Universidade de Genebra (UNIGE) revelou que um intervalo de 50 dias entre o fim da imunoterapia e o transplante hepático reduz significativamente o risco de rejeição. Esta descoberta pode revolucionar o tratamento do cancro hepatocelular, combinando imunoterapia e transplante para melhorar as taxas de remissão.

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