Um funcionário da Organização Mundial da Saúde foi morto durante o ataque a um hotel em Mogadíscio, capital da Somália, cometido por combatentes islamitas radicais do Shebab, revelou hoje o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Um funcionário da Organização Mundial da Saúde foi morto durante o ataque a um hotel em Mogadíscio, capital da Somália, cometido por combatentes islamitas radicais do Shebab, revelou hoje o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
A OMS alertou hoje que desde o início de fevereiro cerca de 100 mil refugiados, maioritariamente mulheres, crianças, menores não acompanhados, e pessoas feridas ou doentes, chegaram à Etiópia vindos da Somália e que “necessitam urgentemente de assistência humanitária”.
O risco de fome na Somália pode aumentar em 25% se não forem atendidas as necessidades dos deslocados no país, que já somam mais de um milhão, segundo estimativas da Federação Internacional da Cruz Vermelha (IFRC).
Mais de metade das crianças da Somália com menos de 5 anos – cerca de 1,8 milhões – estão gravemente desnutridas devido à seca severa, ataques terroristas e ao aumento dos preços dos alimentos, advertiu hoje a Plan International.
A Somália encontra-se no limiar da fome, alertou hoje Martin Griffiths, chefe do Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA), que emitiu um “aviso final” antes da catástrofe, que pode ocorrer “entre outubro e dezembro”.
O primeiro-ministro da Somália apelou esta segunda-feira à unidade nacional, prometendo que o Governo vai “assumir responsabilidades” na sequência do ataque levado a cabo por extremistas islâmicos, que provocou 21 mortos e 117 feridos.
Os Estados Unidos anunciaram a entrega de 475 milhões de dólares (465 milhões de euros) à Somália para apoiar as operações de entrega de ajuda, face à grave seca no país, que ameaça de fome sete milhões de pessoas.
Pelo menos 28 pessoas morreram, incluindo a deputada federal Amina Mohamed, na quarta-feira à noite num duplo ataque do grupo jihadista Al Shabab na cidade de Beledweyne (centro da Somália), confirmaram as autoridades.
O primeiro-ministro da Somália, Mohamed Husein Roble, apelou esta terça-feira à ajuda internacional perante o agravamento da seca no seu país, a pior desde 2011, que afeta diretamente cerca de sete milhões de pessoas.
Cinquenta e nove migrantes, incluindo seis mulheres e 17 menores, foram hoje resgatados das águas do Mediterrâneo pelo navio da organização não-governamental (ONG) “ResQ People save people”, anunciou a entidade.
A Somália inaugurou esta sexta-feira, na capital, Mogadíscio, a primeira fábrica pública de oxigénio do país para ajudar as vítimas da Covid-19 a recuperar, noticiou a agência Associated Press (AP).
Cerca de 114.156 casos suspeitos de monkeypox (mpox) e 26.409 casos confirmados em laboratório foram reportados em África desde janeiro de 2024 pela agência de saúde pública da União Africana (UA), anunciou hoje a entidade.
O acesso à emissão de certificados de óbitos por parte das instituições dos setores social e privado está limitado, devido a constrangimentos técnicos na plataforma eletrónica, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Liga Portuguesa Contra o Cancro, 84º aniversário, cancro da mama, rastreio alargado, Supremo Tribunal Administrativo, direitos fiscais, investimento, prevenção, saúde pública
Um dos engenheiros responsáveis pelo relatório sobre as causas do incêndio no Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), em Ponta Delgada, alertou hoje para o riscos de novos incêndios na maior unidade de saúde dos Açores.
Cerca de oito milhões de sul-africanos viviam com o Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) em 2024, o número mais alto alguma vez registado, e cerca de 6,2 milhões estavam em tratamento, informou hoje a imprensa local.
No Dia Mundial da Voz, celebrado a 16 de abril, a importância da saúde vocal e o papel da voz na era digital ganham destaque. Mais do que uma ferramenta biológica, a voz define identidades, conecta pessoas e impulsiona tecnologias como assistentes virtuais e reconhecimento de voz.
Cerca de 114.156 casos suspeitos de monkeypox (mpox) e 26.409 casos confirmados em laboratório foram reportados em África desde janeiro de 2024 pela agência de saúde pública da União Africana (UA), anunciou hoje a entidade.
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