Mortes perto de 239.000 entre mais de 3,3 milhões de infetados no mundo

3 de Maio 2020

A pandemia do novo coronavírus causou pelo menos 238.810 mortos no mundo desde o seu aparecimento em dezembro na China, segundo um balanço às 11:00 TMG de hoje elaborado pela agência France-Presse a partir de fontes oficiais.

Um total de 3.354.100 casos de infeção foram registados oficialmente em 195 países e territórios desde o início da epidemia. Este número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, considerando que um grande número de países testa apenas os casos que requerem tratamento hospitalar.

O número de casos considerados curados ultrapassou pela primeira vez o milhão de pessoas, ascendendo a 1.014.700.

Os Estados Unidos, que registaram a sua primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais atingido quer em número de mortos, quer de casos, com 65.068 mortos em 1.104.161. Pelo menos 164.015 pessoas foram declaradas curadas.

Após os Estados Unidos, os países mais afetados são a Itália com 28.236 mortos em 207.428 casos, o Reino Unido com 27.510 mortos (177.454 casos), a Espanha com 25.100 mortos (216.582 casos) e a França com 24.594 mortos (167.346 casos).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia se iniciou no final de dezembro, conta oficialmente com 82.875 casos (um novo nas últimas 24 horas), incluindo 4.633 mortos (0 novas) e 77.642 curados.

A Europa totalizava hoje às 11:000 TMG (mais uma hora em Lisboa) 140.598 mortos em 1.508.719 casos, os Estados Unidos e o Canadá 68.530 mortos (1.158.941), a América Latina e as Caraíbas 12.197 mortos (231.039 casos), a Ásia 8.820 mortos (229.242 casos), o Médio Oriente 6.857 mortos (177.521 casos), a África 1.688 mortos (40.544 casos) e a Oceânia 120 mortos (8.102 casos).

Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Lusa/HN

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMAS

Farmácias comunitárias preparam-se para responder a dúvidas sobre menopausa

A Associação Portuguesa de Farmacêuticos para a Comunidade (APFPC) lança no próximo dia 9 de abril o segundo módulo do ciclo formativo dedicado à saúde feminina, focado na menopausa e na terapia de substituição hormonal. As inscrições encontram-se abertas até à data da primeira sessão

Rastreio neonatal genético avança mas coloca desafios éticos e técnicos

Uma revisão publicada na Pediatric Investigation analisa o potencial da sequenciação de próxima geração para complementar os métodos tradicionais no rastreio de doenças genéticas em recém-nascidos, identificando condições que passam despercebidas até surgirem sintomas irreversíveis

Pedro Pita Barros alerta: pacto para a saúde não pode ser “solução mágica” nem demorar uma década

O economista Pedro Pita Barros, professor na Nova School of Business and Economics, defendeu esta segunda-feira que o pacto para a saúde proposto pelo Presidente da República, António José Seguro, não deve ser entendido como um plano de medidas executivas, mas antes como a definição de objetivos consensuais para o sistema de saúde português. Numa reflexão publicada no seu blog “Momentos Económicos… E não só”, o académico alerta que o processo não pode arrastar-se por uma década nem resolver-se numa semana, sob pena de se tornar inútil ou desatualizado

MAIS LIDAS

Share This
Verified by MonsterInsights