Covid-19: Finlândia levanta restrições

1 de Fevereiro 2022

A Finlândia levanta hoje restrições ligadas à pandemia de Covid-19, anunciou na segunda-feira a primeira-ministra, Sanna Marin.

A chefe do Governo fez o anúncio durante uma reunião com a Associação de Editores, informou a emissora estatal Yleisradio Oy (Yle).

Segundo a Yle, algumas das medidas acordadas pelo Conselho de Ministros na quinta-feira deverão entrar em vigor esta semana.

Assim, a partir de hoje, as restrições a que os viajantes do Espaço Schengen foram sujeitos, até agora, desaparecerão e deixará de ser obrigatória a apresentação de um certificado de vacinação ou de recuperação ou um teste PCR negativo, como acontecia desde dezembro.

No entanto, os viajantes que chegam de países terceiros terão de cumprir ambos os requisitos, embora estas condições – que não afetam os cidadãos ou residentes finlandeses – devam ser levantadas a 14 de fevereiro.

Também a partir de hoje os estabelecimentos que servem refeições poderão permanecer abertos até às 21:00, em vez de terem de fechar às 18:00, e poderão vender álcool até às 20:00.

No entanto, a regra de que os bares e outros estabelecimentos que servem principalmente bebidas alcoólicas têm de fechar as suas portas às 18.00 horas será mantida.

Por outro lado, os estabelecimentos hoteleiros conservarão o direito de solicitar um passaporte covid, como condição de admissão nas instalações, e é possível que a partir de meados de fevereiro, ao fazê-lo, os isente de restrições aos horários de abertura, de acordo com Yle.

Outras medidas relativas a locais de “baixo risco”, tais como museus e cinemas, são da competência das autoridades regionais e locais, que deverão aliviar as restrições, de acordo com a proposta do gabinete.

Assim, nas regiões de Uusima e Kymenlaakso (sul da Finlândia), as piscinas, ginásios e outras instalações desportivas abrirão as suas portas esta semana e o limite de pessoas para eventos indoor será revisto para cima.

Ontem, a Finlândia registou 14.439 novas infeções e 48 mortes atribuídas à Covid-19, de acordo com dados do Instituto de Saúde e Bem-Estar (THL), enquanto 73,7% da população apresenta a vacinação completa.

LUSA/HN

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