SIM defende manutenção de regras para concurso nacional de médicos

5 de Novembro 2024

O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) fez um apelo ao Ministério da Saúde para que sejam mantidas as atuais regras do concurso nacional para a colocação de médicos nas especialidades de Medicina Geral e Familiar (MGF) e Saúde Pública (SP) até 2023. 

Segundo o SIM, essas normas, embora não sejam perfeitas, asseguram um processo transparente baseado na classificação final do internato médico.

No comunicado, o sindicato argumenta que em situações de empate, a ordenação dos candidatos deve continuar a ser feita com base na nota da prova de discussão curricular do internato, recorrendo à habilitação académica apenas se necessário.

A proposta inclui que, nos casos sem notas quantitativas, deve ser considerada a nota mais baixa do internato médico como critério para desempate. Caso o empate persista, o SIM sugere que a ordenação seja realizada por sorteio público, com aviso prévio aos candidatos.

Para o SIM, manter estas regras é essencial para assegurar um concurso justo e equitativo, que respeite o mérito e o esforço dos médicos em formação e preserve a qualidade do Serviço Nacional de Saúde.

Essa posição do SIM reflete um esforço contínuo para assegurar que o processo de colocação de médicos respeite os princípios de justiça e transparência, fundamentais para o bom funcionamento do sistema de saúde em Portugal.

HN

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMAS

Dia Mundial da Voz: o poder da voz na era digital

No Dia Mundial da Voz, celebrado a 16 de abril, a importância da saúde vocal e o papel da voz na era digital ganham destaque. Mais do que uma ferramenta biológica, a voz define identidades, conecta pessoas e impulsiona tecnologias como assistentes virtuais e reconhecimento de voz.

APDP realiza mais de 5 mil rastreios à diabetes tipo 1 em apenas 6 meses

A campanha “O Dedo Que Adivinha”, liderada pela APDP no âmbito do projeto europeu EDENT1FI, ultrapassou cinco mil rastreios de diabetes tipo 1 em crianças e jovens em Portugal. Em apenas seis meses, a iniciativa alcançou metade da meta nacional prevista para os próximos quatro anos.

MAIS LIDAS

Share This
Verified by MonsterInsights