Quase 13 milhões de pessoas, entre as quais 6,3 milhões de crianças, podem ficar sem cuidados de saúde básicos este ano devido aos cortes no financiamento humanitário, alertou hoje o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR).
Quase 13 milhões de pessoas, entre as quais 6,3 milhões de crianças, podem ficar sem cuidados de saúde básicos este ano devido aos cortes no financiamento humanitário, alertou hoje o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR).
A Portugal AVC alertou hoje que 30% dos casos de acidente vascular cerebral afetam pessoas em idade ativa, sublinhando a importância do acesso a cuidados de reabilitação adequados e atempados para que os sobreviventes possam regressar ao trabalho.
A Associação Nacional dos Técnicos de Emergência Médica considerou hoje que o acordo assinado entre o INEM e a Liga de Bombeiros “apresenta questões preocupantes”, designadamente as condições técnicas para a prática dos cuidados médicos de emergência.
Os 22 protocolos de atuação dos técnicos de emergência pré-hospitalar, aplicados em situações em que o doente corre risco de vida ou de perder um membro, serão executados ao longo deste ano, iniciando-se dois em março, anunciou o INEM.
A Câmara de Águeda, através do serviço de proteção civil, desativou mais de mil ninhos de vespas asiáticas durante o ano de 2024, informou hoje a autarquia.
O ressurgimento da cólera em África, impulsionado pelas alterações climáticas e conflitos, revela falhas crónicas de financiamento. Com mais de 175.000 casos em 2024, a doença expõe a necessidade urgente de investimento em infraestruturas de água e saneamento.
As Nações Unidas estimam que a insegurança alimentar agravada pelo El Niño atingiu “níveis sem precedentes” em Moçambique, ameaçando quase cinco milhões de pessoas, num cenário de seca e de falta de financiamento internacional para apoio no terreno.
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) aconselhou hoje os médicos da Unidade Local de Saúde (ULS) Almada-Seixal a apresentarem escusas de responsabilidade devido à falta de médicos nas urgências.
Moçambique foi o membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) que mais ajuda recebeu da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID, em inglês) em 2023, totalizando 664,122 milhões de dólares (639,70 milhões de euros).
Os casos de cólera continuam a aumentar em Angola e totalizam já 2.069 registos, com mais 181 doentes identificados nas últimas 24 horas, o maior número de sempre desde o início do surto, a 07 de janeiro.
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, realçou hoje a importância de Portugal contribuir, no contexto da União Europeia e da NATO, para assegurar reservas estratégicas de medicamentos no atual contexto geopolítico.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) repudiou hoje o restabelecimento do que chama ‘Regra da Mordaça Global’, que proíbe organizações não-governamentais que recebem financiamento norte-americano de usarem os seus próprios fundos para fornecer ou promover cuidados de aborto.
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, alargou, pelo menos temporariamente, o financiamento de programas humanitários que fornecem medicamentos vitais, serviços médicos, alimentos e abrigo.
O nosso jornal teve acesso a um nota, detalhada, sobre a crise nas urgências hospitalares em Portugal, apresentada pela lista da Lista “pela Unidade dos Médicos”, candidata aos corpos dirigentes do Sindicato dos Médicos da Zona Sul, encabeçada pelo médico Mário Jorge Neves
Associações de doentes exigem ao Governo, às principais entidades de saúde e aos deputados da Assembleia da República medidas urgentes para enfrentar o cancro, classificando-o como uma verdadeira “emergência de saúde pública”.
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
O relatório “Health in a Glance 2025” da OCDE revela um sistema de saúde português com contrastes. Enquanto a adesão ao rastreio do cancro da mama, com 55,5%, fica aquém da média da OCDE, a prescrição de antibióticos mantém-se elevada, sublinhando desafios antigos na prevenção de doenças e no uso prudente de medicamentos
Um retrato detalhado do sistema de saúde português revela um país cindido por assimetrias regionais profundas. Enquanto o litoral concentra hospitais e especialistas, o interior enfrenta desertificação médica, acessos limitados e piores resultados de saúde, desde uma menor esperança de vida a uma maior mortalidade prematura. As políticas públicas existentes são apontadas como insuficientes para travar este fosso, que espelha desigualdades socioeconómicas
Em Portugal, como no resto da OCDE, os homens vivem em média menos 5,8 anos do que as mulheres, mas o paradoxo de género revela-se nos detalhes: elas passam uma proporção significativamente maior da sua vida em pior estado de saúde. Esta dupla realidade, com os homens a morrerem mais cedo de causas externas e doenças cardiovasculares e as mulheres a carregarem um fardo pesado de doenças crónicas e incapacitantes, desafia os sistemas de saúde a desenvolverem respostas mais direcionadas
Associações de doentes exigem ao Governo, às principais entidades de saúde e aos deputados da Assembleia da República medidas urgentes para enfrentar o cancro, classificando-o como uma verdadeira “emergência de saúde pública”.
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
Praticamente toda a população portuguesa tem cobertura para um conjunto central de serviços de saúde, atingindo a universalidade. Contudo, apenas 58% dos cidadãos dizem estar satisfeitos com a disponibilidade de cuidados de qualidade, um valor que fica abaixo da média dos países mais desenvolvidos
O relatório “Health in a Glance 2025” da OCDE revela um sistema de saúde português com contrastes. Enquanto a adesão ao rastreio do cancro da mama, com 55,5%, fica aquém da média da OCDE, a prescrição de antibióticos mantém-se elevada, sublinhando desafios antigos na prevenção de doenças e no uso prudente de medicamentos
Um retrato detalhado do sistema de saúde português revela um país cindido por assimetrias regionais profundas. Enquanto o litoral concentra hospitais e especialistas, o interior enfrenta desertificação médica, acessos limitados e piores resultados de saúde, desde uma menor esperança de vida a uma maior mortalidade prematura. As políticas públicas existentes são apontadas como insuficientes para travar este fosso, que espelha desigualdades socioeconómicas