A cabeça de lista do BE às eleições europeias, Catarina Martins, defendeu esta quinta-feira que a Justiça deve ter garantias de independência face ao poder político mas também provar que a tem na forma como atua.

A cabeça de lista do BE às eleições europeias, Catarina Martins, defendeu esta quinta-feira que a Justiça deve ter garantias de independência face ao poder político mas também provar que a tem na forma como atua.
A coordenadora do BE, Catarina Martins, garantiu este domingo que irá pedir “contas” ao Governo sobre os casos denunciados de hospitais públicos que recusam fazer interrupção voluntária da gravidez (IVG) e criticou quem “hipocritamente diz que nada sabia”.
A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, defendeu esta terça-feira que o Tribunal Constitucional (TC) admitiu o direito à morte medicamente assistida, apesar de ter declarado inconstitucionais algumas das normas do decreto aprovado no parlamento.
O Bloco de Esquerda (BE) quer que o Governo invista na criação de urgências básicas para “desanuviar” as urgências médico-cirúrgicas e lamenta que “cada vez mais se contratualize com privados”, disse este domingo a coordenadora, Catarina Martins.
A coordenadora do BE e o primeiro-ministro travaram esta quarta-feira um debate tenso sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS), acusando-se mutuamente de tentativa de reescrever a recente evolução deste setor.
A coordenadora bloquista afirmou esta quarta-feira que as divergências com o PS sobre saúde “nunca foram um problema de intransigência” do BE, mas da “rutura iminente do SNS”, tendo o primeiro-ministro recusado o “tremendismo” e “soluções mágicas” do Bloco.
A coordenadora do BE, Catarina Martins, considerou esta quarta-feira “insuficiente” o número de vagas carenciadas aberto na área da saúde e “uma enorme desilusão” que não tenha sido contemplada “uma única” na área da saúde mental.
A coordenadora do BE acusou esta quinta-feira o presidente da Câmara de Lisboa de não ter dado ainda um “único passo” para a gratuitidade dos transportes públicos e de estar a bloquear o agendamento da proposta bloquista sobre esta matéria.
A campanha oficial para as eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro começa este domingo, depois de uma pré-campanha marcada por três dezenas de debates televisivos entre as forças políticas que elegeram deputados em 2019.
O debate entre Catarina Martins (BE) e Rui Rio (PSD) foi o mais visto até ao momento, no âmbito das eleições legislativas, de acordo com a análise da Universal McCann, agência de meios do grupo Media Brands.
A coordenadora do BE apelou esta terça-feira à renovação dos apoios extraordinários devido à pandemia pelo menos até ao final do ano, porque há famílias “em absoluto desespero”, e anunciou a reapresentação no parlamento de uma iniciativa com este objetivo.
A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, defendeu que o sucesso da vacinação contra a Covid-19 em Portugal se deveu ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) e a uma população “solidária” que acredita nele.
A saúde mental, a preparação para “novas pandemias” e o combate ao crime de enriquecimento injustificado são alguns dos temas que irão a debate no Fórum Socialismo, reentré do Bloco de Esquerda, no final do mês.
A coordenadora do Bloco de Esquerda, Catarina Martins, voltou esta sexta-feira a insistir na necessidade de reforçar as equipas de saúde pública, sublinhando, num comentário ao plano de desconfinamento anunciado, que este é anúncio que falta nas medidas do Governo.
O PS quer que a medicina dentária e a saúde mental sejam cuidados básicos do Serviço Nacional de Saúde e pretende criar um apoio ao alojamento de médicos disponíveis para trabalharem em centros de saúde com falta de profissionais.
O número de pessoas sem médico de família subiu para as 1.593.802 no final de março, mais cerca de 28.500 do que no mês anterior, indica o portal da transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Sérgio Bruno dos Santos Sousa
Mestre em Saúde Pública
Enfermeiro Especialista de Enfermagem Comunitária e de Saúde Pública na ULSM
Gestor Local do Programa de Saúde Escolar na ULSM
ORCID
Cerca de 65% dos jovens profissionais de saúde em Portugal já consideraram emigrar, de acordo com um estudo recente que envolveu 1.500 participantes.
A presidente da Associação de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho alerta que o regime jurídico que regula o setor é desadequado e defende uma revisão, nomeadamente ao nível da formação dos profissionais e do teletrabalho.
O Governo vai aumentar em média em 18,9% o valor pago às instituições da rede nacional de cuidados continuados integrados (RNCCI), um acréscimo que está previsto numa portaria a publicar na próxima semana.
O PS quer que a medicina dentária e a saúde mental sejam cuidados básicos do Serviço Nacional de Saúde e pretende criar um apoio ao alojamento de médicos disponíveis para trabalharem em centros de saúde com falta de profissionais.
O número de pessoas sem médico de família subiu para as 1.593.802 no final de março, mais cerca de 28.500 do que no mês anterior, indica o portal da transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Sérgio Bruno dos Santos Sousa
Mestre em Saúde Pública
Enfermeiro Especialista de Enfermagem Comunitária e de Saúde Pública na ULSM
Gestor Local do Programa de Saúde Escolar na ULSM
ORCID
Cerca de 65% dos jovens profissionais de saúde em Portugal já consideraram emigrar, de acordo com um estudo recente que envolveu 1.500 participantes.
A presidente da Associação de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho alerta que o regime jurídico que regula o setor é desadequado e defende uma revisão, nomeadamente ao nível da formação dos profissionais e do teletrabalho.