Restaurantes e lojas nos EUA estão a aumentar salários para terem trabalhadores

14 de Maio 2021

Os proprietários de restaurantes e lojas estão a aumentar os salários de forma urgente, para procurar atrair mais candidatos e ter capacidade de resposta ao fluxo de clientes, quando as restrições provocadas pela pandemia estão a diminuir.

McDonald’s, Sheetz e Chipotle são apenas algumas das empresas que acabaram de seguir os exemplos de Amazon, Walmart e Costco a aumentar salários, em alguns casos para 15 dólares por hora, ou mais.

Os aumentos salariais são boas notícias para estes trabalhadores. Restaurantes, bares, hotéis e lojas permanecem as atividades que mais baixo pagam, enquanto muito dos seus trabalhadores correram o risco de infeção com o novo coronavirus, enquanto os empregados de colarinho branco são capazes de trabalhar a partir de casa.

Autoridades estaduais e de autarquias estão a aliviar restrições à atividade socioeconómica, à medida que as mortes e as infeções devidas ao novo coronavírus estão em baixa, e em Estados como Florida, Nevada e Texas o movimento em restaurantes está acima ou próximo dos níveis pré-pandemia.

Muitas empresas dizem que estão com problemas em encontrar trabalhadores. “Os clientes estão a regressar mais depressa do que os restaurantes podem contactar”, disse Josh Bivens, diretor de investigação do Instituto de Política Económica. “Ao aumentarem os salários, são capazes de contratarem mais trabalhadores”, concluiu.

LUSA/HN

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMAS

Dia Mundial da Voz: o poder da voz na era digital

No Dia Mundial da Voz, celebrado a 16 de abril, a importância da saúde vocal e o papel da voz na era digital ganham destaque. Mais do que uma ferramenta biológica, a voz define identidades, conecta pessoas e impulsiona tecnologias como assistentes virtuais e reconhecimento de voz.

APDP realiza mais de 5 mil rastreios à diabetes tipo 1 em apenas 6 meses

A campanha “O Dedo Que Adivinha”, liderada pela APDP no âmbito do projeto europeu EDENT1FI, ultrapassou cinco mil rastreios de diabetes tipo 1 em crianças e jovens em Portugal. Em apenas seis meses, a iniciativa alcançou metade da meta nacional prevista para os próximos quatro anos.

MAIS LIDAS

Share This
Verified by MonsterInsights