Madeira já tem 61% dos habitantes com vacinação completa

10 de Agosto 2021

A Madeira já administrou mais de 324 mil vacinas contra a Covid-19 desde dezembro de 2020, informou esta terça-feira a Direção Regional de Saúde, indicando que 61% da população residente no arquipélago já tem a vacinação completa.

“As pessoas vacinadas integram os grupos prioritários definidos no Plano Regional de Vacinação contra a covid-19 na Madeira, de acordo com a alocação das vacinas à região”, refere a autoridade de saúde, especificando que até domingo, 08 de agosto, foram administradas 324.411 vacinas.

Deste total, 182.932 correspondem à primeira dose e 156.025 à segunda.

“Isto significa que 61% da população residente [cerca de 251 mil habitantes] tem já a vacinação completa e 72% vacinação iniciada”, esclarece.

Entre 02 e 08 de agosto, foram administradas 18.506 vacinas, das quais 6.435 foram primeiras doses e 14.137 segundas doses, o que correspondente à vacinação completa.

A Direção Regional de Saúde indica que esta semana será dada continuidade ao processo de inoculação contra o SARS-CoV-2 em toda a região, com destaque para as iniciativas “open day”, dedicadas aos adolescentes e jovens a partir dos 12 anos e adultos, no Centro de Vacinação do Porto Santo, nos dias 13 e 14 de agosto.

A autoridade regional informa ainda que já foram administradas mais de 3.600 vacinas na faixa etária entre os 12 e 17 anos.

De acordo com os dados mais recentes da Direção Regional de Saúde, o arquipélago da Madeira regista 262 casos ativos de Covid-19, num total de 10.513 confirmados desde o início da pandemia e 75 óbitos associados à doença.

A Covid-19 provocou pelo menos 4.303.610 mortes em todo o mundo, entre mais de 203,3 milhões de infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.502 pessoas e foram registados 990.293 casos de infeção, segundo a Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, Índia, África do Sul, Brasil ou Peru.

LUSA/HN

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