O projeto começa no primeiro ciclo, em cinco escolas públicas e cinco privadas ou semi privadas – cinco na Grande Lisboa (três no Estoril, no concelho de Cascais, uma em Lisboa e outra na Charneca da Caparica, no concelho de Almada), duas na Ilha da Madeira (Prazeres e Fajã da Ovelha, ambas no concelho da Calheta), uma na zona Centro (Alvorninha, no concelho das Caldas da Rainha), uma na zona Sul (Portimão) e uma na Ilha de São Miguel (Ponta Delgada).

Paulo Gonçalves, presidente da RD-Portugal, revelou o principal objetivo desta iniciativa: “ser feita uma avaliação do projeto para posterior alargamento a nível nacional no 1.º ciclo e aos restantes níveis de ensino. O nosso propósito é acabar com os mitos associados a estas doenças e ajudar a sensibilizar todas as crianças e jovens do País, para que (…) [estes] possam ser agentes de mudança”.

“Trata-se de um projeto gratuito para as escolas e para os alunos e integralmente implementado pelas escolas, seguindo as orientações dadas e materiais fornecidos”, acrescentou Paulo Gonçalves. “Foram ainda elaborados questionários de avaliação e de recolha de sugestões e comentários por parte dos professores, alunos e encarregados de educação, tornando este projeto uma verdadeira parceria.”

Os conteúdos foram desenvolvidos por uma equipa da RD-Portugal, com o apoio da designer Inês Gaspar.

Na semana passada, a RD-Portugal organizou sessões de esclarecimento para professores.

As escolas interessadas em acolher o projeto podem inscrever-se através do email isd.rdportugal@gmail.com, indicando o número de turmas e de alunos em cada turma.

PR/HN/Rita Antunes

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