Dirigente da BIOJAM alerta para uma sexta-vaga e destaca importância dos testes

27 de Março 2022

Com o número de casos por Covid-19 a aumentar, C CEO da BIOJAM alerta para a “iminência de uma sexta vaga”. O responsável destaca que “nunca os testes foram tão necessários como agora”.

Segundo os analistas, a linhagem BA.2 da variante Ómicron já é responsável por mais de 76% das infeções no país, sendo que apresenta alterações estruturais substanciais face à linhagem dominante até aqui. Esta apresenta uma taxa de reinfeção que pode colocar em causa a eficácia dos anticorpos.

O responsável pelo departamento médico da BIOJAM, Augusto Santos Costa, destaca que há estudos que indicam que “a BA.2 é cerca de 30% mais transmissível do que a BA.1, estando presente em 1 em cada 5 casos de covid-19 em todo o mundo”. Por este motivo, a farmacêutica garante que irá manter as unidades de rastreio e os stocks de testes até que os níveis de contágio sejam reduzidos.

“Na BIOJAM sempre procurámos antecipar quais poderão ser as necessidades do mercado. Através dos parceiros que temos em todo o mundo, em especial os da Coreia do sul, percebemos que estamos longe de entrar na fase final de pandemia de Covid-19. Ainda que estejamos na transição para uma situação endémica e que as vacinas atenuem o impacto do COVID-19, é fundamental manter a monitorização de casos através da testagem e as regras de higienização”, acrescenta Carlos Monteiro relembrando que a Coreia do Sul registou, esta semana, o recorde de infeções por COVID-19, registando mais de 600.000 casos, naquele que é já considerado o pico da vaga causada pela variante Ómicron.

Apesar do levantamento das restrições, no que toca à apresentação de testes, e à redução da comparticipação dos mesmos, a empresa irá manter toda a estrutura de realização de testes, assim como as parcerias para manutenção de stocks.

PR/HN/Vaishaly Camões

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMAS

Guilherme Veríssimo: “A saúde começa pela boca”

A evidência científica comprova que a má saúde oral está diretamente relacionada com 23 doenças sistémicas, entre elas a diabetes e as doenças cardiovasculares, e cinco tipos de cancro. Esta realidade pode surpreender a maior parte da população, mas não os dentistas. Em entrevista ao nosso jornal, o Médico Dentista, Guilherme Veríssimo, frisa que a “saúde oral não se resume a uma questão estética”, deixando alguns alertas para a importância da correta higienização dos dentes. O médico dentista aproveitou ainda para desmistificar alguns dos principais mitos associados à doença peridontal.

INEM esclarece que chamadas via 112 são descentralizadas

O INEM esclareceu que as chamadas que dão entrada via 112 para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) são descentralizadas, avançando que hoje de manhã estavam ao serviço 48 técnicos, 24 dos quais em atendimento.

MAIS LIDAS

Share This
Verified by MonsterInsights