Funeral de Bento XVI na quinta-feira, Papa Francisco preside às celebrações

Funeral de Bento XVI na quinta-feira, Papa Francisco preside às celebrações

O corpo de Bento XVI, que morreu hoje aos 95 anos, estará exposto na Basílica de São Pedro a partir de segunda-feira, confirmou o assessor de imprensa Matteo Bruni, citado pela AFP, acrescentando que Joseph Ratzinger tinha recebido a extrema unção – o sacramento dos enfermos – pouco antes da sua morte.

Joseph Ratzinger nasceu em 1927 em Marktl am Inn, na diocese alemã de Passau, e foi Papa entre 2005 e 2013.

Ratzinger tornou-se no primeiro alemão a chefiar a Igreja Católica em muitos séculos e um representante da linha mais dogmática da Igreja.

Os abusos sexuais a menores por padres e o “Vatileaks”, caso em que se revelaram documentos confidenciais do papa, foram casos que agitaram o seu pontificado.

Bento XVI ordenou uma inspeção às dioceses envolvidas, classificou os abusos como um “crime hediondo” e pediu desculpa às vítimas.

Durante a viagem a Portugal, em maio de 2010, Bento XVI disse que “o perdão não substitui a justiça”.

O papa emérito Bento XVI resignou ao pontificado por motivos de saúde, em 11 de fevereiro de 2013, a dois meses de comemorar oito anos no cargo, passando a emérito da diocese de Roma.

LUSA/HN

Morreu Bento XVI

Morreu Bento XVI

Comunicado do diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Mateo Bruni:

“Com pesar informo que o Papa Emérito Bento XVI faleceu hoje às 9h34, no Mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano. Assim que possível, serão enviadas novas informações”

Desde quarta-feira passada, quando o Papa Francisco afirmou que seu predecessor estava muito doente, fiéis do mundo inteiro se uniram em oração pela saúde do Papa emérito. Bento XVI itnha 95 anos e vivia no Mosteiro Mater Ecclesiae desde sua renúncia ao ministério pretino, em 2013.

Vatican News
PR recorda jogador que foi “um rei do futebol, um símbolo do Brasil”

PR recorda jogador que foi “um rei do futebol, um símbolo do Brasil”

“O Presidente da República lamentou a morte de Pelé, o extraordinário jogador de futebol brasileiro que encantou ao longo de décadas”, refere uma nota divulgada no ‘site’ oficial da Presidência.

Marcelo Rebelo de Sousa considerou que “Pelé foi um rei do futebol, um símbolo do Brasil, marcou gerações e será para sempre recordado com um dos maiores do mais popular desporto do mundo”.

“O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa apresenta as mais sentidas condolências ao povo brasileiro, aos familiares e amigos de Pelé e a todos quantos choram a partida de uma lenda”, acrescenta a nota divulgada poucos minutos depois de conhecida a notícia da morte.

O antigo futebolista brasileiro Edson Arantes do Nascimento, conhecido como Pelé, morreu esta quinta-feira, aos 82 anos, informou o seu agente, Joe Fraga.

A lenda do futebol brasileiro e mundial, único jogador tricampeão do Mundo, ficou internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, em 29 de novembro, quando se submeteu a uma reavaliação do tratamento ao cancro detetado em setembro de 2021, e ao tratamento de uma infeção respiratória, agravada pela Covid-19, com antibióticos.

Desde que foi operado ao cancro, Pelé passou por um ciclo de sessões de quimioterapia que o obrigou a ir várias vezes ao hospital para acompanhar a sua evolução.

A saúde de Pelé piorou nos últimos anos também por outras causas, como problemas na coluna, na anca e nos joelhos, que reduziram a sua mobilidade e o obrigaram a ser operado, além de ter sofrido uma crise renal, o que reduziu drasticamente as suas aparições públicas, embora tenha continuado ativo nas redes sociais.

Pelé, o único futebolista três vezes campeão do mundo, em 1958, 1962 e 1970, assinou 77 golos nas 92 internacionalizações pela seleção brasileira, tendo vestido as camisolas de Santos e New York Cosmos.

Foi ainda ministro do Desporto no governo de Fernando Henrique Cardoso, entre 1995 e 1998.

LUSA/HN

Papa diz que assinou há nove anos carta de demissão caso a sua saúde se deteriore

Papa diz que assinou há nove anos carta de demissão caso a sua saúde se deteriore

O chefe da Igreja Católica, que fez no sábado 86 anos, disse ao diário espanhol ABC que assinou a carta de demissão e a remeteu ao secretário de Estado do Vaticano, Tarcísio Bertone, antes de este se reformar em 2013.

“Assinei a demissão e disse-lhe: ‘Em caso de impedimento médico ou outro, aqui está a minha demissão. Tem-la”, declarou.

Questionado sobre se queria que esta informação fosse conhecida, o papa respondeu: “É por isso que lhe estou a dizer”.

Francisco, que já havia afirmado no passado que renunciaria caso tivesse problemas de saúde, disse não saber o que Bertone fez à carta.

O Papa tem um problema de joelho inoperável, que o obrigou a usar uma cadeira de rodas nos últimos meses e, no último ano, teve de cancelar ou reduzir a sua atividade, várias vezes, devido à dor. Numa entrevista concedida em julho, admitiu que tinha de abrandar.

“Penso que na minha idade e, com este constrangimento, tenho de me preservar um pouco para poder servir a Igreja. Ou, pelo contrário, refletir na possibilidade de me retirar”, disse.

O predecessor de Francisco, Bento XVI, demitiu-se em 2013 devido a problemas de saúde e vive agora no Vaticano.

NR/HN/LUSA

Autoridades congolesas distribuem 1,3 milhões de redes mosquiteiras em Brazzaville

Autoridades congolesas distribuem 1,3 milhões de redes mosquiteiras em Brazzaville

Segundo o Ministério da Saúde congolês, as redes serão distribuídas até ao próximo dia 27, sendo o processo digitalizado para a população acompanhar os dados em tempo real.

A distribuição de mosquiteiras é o processo mais usado para proteger a população num país em que a maioria dos habitantes está exposta à malária, especialmente as crianças, sendo esta a principal causa de morte até aos cinco anos.

A última campanha do género ocorreu em 2019, quando as autoridades distribuíram mais de 3 milhões de redes mosquiteiras na capital e arredores.

NR/N/LUSA

Covid-19: Mais duas mortes em Macau

Covid-19: Mais duas mortes em Macau

Os dois idosos, uma mulher de 74 anos e um homem de 83, tinham doenças crónicas, incluindo insuficiência renal crónica, não estavam vacinados contra a covid-19 e morreram na sexta-feira, de acordo com um comunicado do Centro de Coordenação de Contingência do Novo Tipo de Coronavírus.

O organismo voltou a apelar para a vacinação e para o reforço das primeiras doses, dado que a vacina contra a covid-19 pode “reduzir efetivamente o risco de infeção, doença grave ou morte”.

Na terça-feira, Macau tinha registado a primeira morte associada à doença desde julho, também uma idosa de 80 anos, não vacinada e com doenças crónicas.

Nesta semana, o Governo anunciou o alívio da política chinesa de ‘zero covid”, em vigor durante quase três anos, estimando que a população infetada possa chegar aos 80%.

No território foram contabilizadas nove mortes e 1.363 casos, desde o início da pandemia, em 11 de março de 2020. Na sexta-feira e tal como na China, as autoridades indicaram que vão deixar de apresentar dados relativos aos casos assintomáticos.

O Governo começou também a distribuir gratuitamente kits antipandémicos à população, com antipiréticos, medicamentos da Medicina Tradicional Chinesa, testes rápidos de antigénio e máscaras KN95.

NR/HN/LUSA