A agência reguladora de medicamentos do Brasil aprovou o uso emergencial da vacina CoronaVac contra a Covid-19 em crianças com idade entre 3 e 5 anos de idade, na noite de quarta-feira.
A agência reguladora de medicamentos do Brasil aprovou o uso emergencial da vacina CoronaVac contra a Covid-19 em crianças com idade entre 3 e 5 anos de idade, na noite de quarta-feira.
Duas doses da vacina Coronavac contra o novo coronavírus, da chinesa Sinovac, “neutralizam a variante Ómicron”, referem estudos fornecidos na quarta-feira pelo Instituto Butantan, que desenvolve o imunizante em solo brasileiro.
O Chile tornou-se o primeiro país da América Latina e o segundo no mundo, fora da China, a autorizar o uso da CoronaVac em crianças, uma decisão que pode facilitar as pretensões do fabricante no Brasil.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) brasileira rejeitou esta quarta-feira o uso em crianças e adolescentes da vacina contra a Covid-19 Coronavac, pedindo mais estudos sobre eficácia e segurança do imunizante nesse público-alvo.
Um ensaio clínico, encomendado pelo Governo chileno, recomenda uma terceira dose de vacina anti-covid-19 ao constatar queda de anticorpos depois de seis meses de aplicação da chinesa CoronaVac, muito usada também no Brasil e no Uruguai.
O Governo de São Paulo, o estado mais populoso do Brasil e foco da pandemia no país, confirmou na quarta-feira que a variante Delta já circula na região entre pessoas que não viajaram para o exterior.
A imunidade de grupo no Chile, prevista para ser atingida com 80% da população vacinada, só o deverá ser com quase 100%, devido à menor eficácia da vacina chinesa Coronavac, disse à Lusa fonte sanitária chilena.
Resultados de ensaios clínicos de fase inicial e intermédia com crianças e adolescentes, na China, sugerem que a vacina chinesa CoronaVac contra a Covid-19 é segura e desencadeia uma forte resposta de anticorpos, foi esta segunda-feira divulgado.
A pandemia de Covid-19 pode ser controlada com 75% da população vacinada, segundo um estudo divulgado na segunda-feira e desenvolvido na cidade brasileira de Serrana, em São Paulo, através da imunização em massa com a vacina Coronavac.
O Brasil recebeu esta segunda-feira um lote de ingrediente farmacêutico ativo para produzir 5 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, cuja produção no país havia sido interrompida devido à falta de consumíveis.
A vacina chinesa CoronaVac tem 50% de eficácia contra a P.1, estirpe brasileira do coronavírus identificada pela primeira vez em Manaus, na capital do estado do Amazonas, segundo um estudo que contou com a participação de mais de 67 mil pessoas.
A variante brasileira do novo coronavírus, originária do estado do Amazonas, pode escapar aos anticorpos gerados pela vacina do laboratório chinês Sinovac, a CoronaVac, segundo um estudo preliminar realizado por duas universidades brasileiras.
O início da vacinação contra a covid-19 no estado de São Paulo, um dos mais atingido pela doença no Brasil, provocou um misto de alívio e gratidão entre os profissionais da área da saúde que estão a ser imunizados.
O regulador de medicamentos da Indonésia deu esta segunda-feira autorização para o uso de emergência da vacina da Covid-19 produzida pela chinesa Sinovac Biotech em grupos de alto risco já no final desta semana.
A plataforma online do Ministério da Saúde que monitoriza esperas em urgências, consultas e cirurgias atingiu uma média de oito mil acessos diários em dezembro, liderados pelos dados das urgências
No próximo dia 20 de dezembro de 2025, sábado, entre as 9h e as 13h, o Campus de Saúde da Misericórdia de Vila Franca de Xira será o local escolhido para mais uma campanha de dádiva de sangue.
A Federação Nacional dos Médicos apresentou hoje uma contraproposta ao modelo de avaliação do Governo, propondo a reposição da avaliação em equipa, a reintrodução da ponderação curricular e ajustes na grelha, visando maior equidade para os médicos do SNS.
Os municípios do Algarve enviaram uma moção ao Governo a manifestar a sua “profunda preocupação e apreensão” com uma eventual reorganização de serviços de saúde e proteção civil, foi hoje divulgado.
A Associação das Unidades de Saúde Familiares alertou hoje que a criação de vice-presidências da saúde nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional só funcionará se os cuidados primários tiverem “voz real”, houver transparência, critérios claros e responsabilização.
A secretária de Saúde e Proteção Civil da Madeira, Micaela Freitas, assegurou hoje que não haverá cortes no investimento em 2026, salientando que o Orçamento regional canaliza um total de 550 milhões de euros para os dois setores.
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