A economia portuguesa poderá registar uma recessão ligeira em 2023, refletindo um primeiro semestre desafiante seguido de um segundo mais favorável, num ano condicionado por desenvolvimentos externos, de acordo com economistas consultados pela Lusa.
A economia portuguesa poderá registar uma recessão ligeira em 2023, refletindo um primeiro semestre desafiante seguido de um segundo mais favorável, num ano condicionado por desenvolvimentos externos, de acordo com economistas consultados pela Lusa.
Uma recessão na zona euro, a inflação, a subida dos juros, a guerra e a execução do PRR são os cinco principais riscos que podem ‘assombrar’ a economia portuguesa em 2023, segundo os economistas consultados pela Lusa.
O Banco de Portugal prevê que o produto potencial aumente 2,2% este ano, depois do impacto da crise provocada pela pandemia ter sido relativamente contido sobre a capacidade produtiva de longo prazo.
O período de expansão anterior à pandemia, em Portugal, durou 27 trimestres e foi o segundo mais curto desde 1980, antes de ser interrompido pela maior recessão de que há registo, assinala uma análise divulgada quinta-feira pela FFMS.
A economia portuguesa será afetada pelo conflito na Ucrânia, sobretudo através de efeitos indiretos, de acordo com a DBRS, que, contudo, acredita que não existirá uma reversão na recuperação, ainda que não descarte algum impacto nas finanças públicas.
A economia portuguesa foi profundamente afetada em 2020 pelas medidas de contenção aplicadas no contexto da pandemia de Covid-19 e, 2021, apesar de ter ainda sido marcado por confinamentos, foi já de recuperação.
Portugal é, a par da Irlanda, o país com a terceira maior taxa de crescimento este ano entre os pares da zona euro, de acordo com as previsões macroeconómicas de inverno da Comissão Europeia, divulgadas esta quinta-feira.
A Comissão Europeia está ligeiramente mais otimista sobre o crescimento da economia portuguesa, melhorando em 0,2 pontos percentuais as projeções de crescimento para 5,5% este ano e para 2,6% em 2022, segundo as previsões macroeconómicas de inverno esta quinta-feira divulgadas.
O primeiro-ministro, António Costa, estimou esta terça-feira que a economia portuguesa pode voltar a convergir com a União Europeia ainda este ano ou no próximo e defendeu que Portugal não está condenado “a divergir e a definhar”.
O indicador diário de atividade económica (DEI), que retrata em tempo quase real a evolução da economia portuguesa, estabilizou na semana terminada a 22 de agosto face à anterior, divulgou esta quinta-feira o Banco de Portugal (BdP).
O Presidente da República defendeu esta quinta-feira que a economia portuguesa está a “provar muito melhor” do que o esperado, e que está a criar-se “uma dinâmica” que poderá permitir que o atual trimestre seja “bom”.
O presidente do Eurogrupo disse esta quinta-feira acreditar que o ministro das Finanças e o primeiro-ministro de Portugal montaram um Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) “muito, muito forte”, que dará um forte contributo à recuperação da economia portuguesa.
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
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