O Serviço Nacional de Saúde (SNS) gastou 170 milhões de euros em 2022 com a contratação de prestadores de serviços médicos, mais 22,4% do que no ano anterior, indicou esta quarta-feira o Conselho das Finanças Públicas (CFP).
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) gastou 170 milhões de euros em 2022 com a contratação de prestadores de serviços médicos, mais 22,4% do que no ano anterior, indicou esta quarta-feira o Conselho das Finanças Públicas (CFP).
A presidente do conselho de administração do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, disse esta quarta-feira que os 11 chefes da equipa do Serviço de Urgência Geral “mantêm-se no hospital e a trabalhar”, embora tenham apresentado a demissão em março.
O ministro da Saúde disse que, até março de 2023, vai tomar uma decisão sobre a localização do novo hospital para a região Oeste, após receber o estudo do projeto encomendado pelos municípios da região.
O Governo determinou a adoção do processo de estudo e preparação do lançamento de uma nova parceria público-privada para a construção e equipamento do novo Hospital Central do Algarve, segundo uma resolução hoje publicada em Diário da República.
A Mota-Engil, através do consórcio liderado pela Hygeia – Edifícios Hospitalares, notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) da adjudicação para a concessão do Hospital de Lisboa Oriental, segundo aviso publicado pelo regulador.
O Governo adjudicou a obra do novo Hospital de Lisboa Oriental (HLO), que será construído em Marvila, num regime de Parceria Público-Privada (PPP), anunciou esta terça-feira em comunicado o ministério da Saúde.
O Hospital de Vila Franca de Xira deverá “manter ou melhorar a qualidade” do serviço na transição da gestão clínica privada para a esfera pública, afirmou esta segunda-feira o secretário de Estado da Saúde, Diogo Serras Lopes.
O Grupo Lusíadas Saúde anunciou esta quarta-feira que não vai participar no novo concurso para a parceria público-privada (PPP) do Hospital de Cascais, que gere desde 2009, alegando que as condições apresentadas não garantem a sustentabilidade financeira.
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade