De acordo com a Roche “num valor total de 60 mil euros, as Bolsas que serão atribuídas procuram fomentar a participação dos cidadãos nos processos de decisão em saúde, a informação dos doentes sobre os seus direitos, assim como a sua participação nas decisões individuais de tratamento.”
Os projetos vencedores foram escolhidos por um “júri independente”, composto pela ex-ministra da Saúde, Maria de Belém Roseira, um dos assessores da Presidência da República, Mário Pinto, o Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde, José Pereira de Almeida, a médica e ex-presidente do Infarmed, Maria do Céu Machado, a jornalista e vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas, Isabel Nery e a diretora de Acesso ao Mercado e Assuntos Externos da Roche, Cláudia Ricardo.
A farmacêutica garante que entre as 45 candidaturas recebidas, foram considerados apenas projetos que “informem os doentes dos seus direitos de acesso à informação e ao envolvimento nas decisões individuais de cuidados de saúde; incrementem a participação dos cidadãos e dos doentes nos processos de decisão em saúde; contribuam para o incremento da qualidade de vida dos doentes e seus cuidadores em sociedade; promovam os ganhos em saúde dos cidadãos; aumentem a literacia em saúde da população.”
Relativamente ao montante das bolsas, três vão ser atribuídas num valor de cinco mil euros, uma no valor de dez mil, outra no valor de 15 mil e a última no valor de vinte mil euros.
“Esta ação enquadra-se na Política de Responsabilidade Social da empresa e resulta do seu compromisso em assumir um papel ativo na sociedade apoiando, de forma transparente, iniciativas inovadoras e orientadas para a missão de suporte ao doente”, garante a Roche.
A sexta edição da atribuição de Bolsas de Cidadania fica marcada por um número recorde de candidaturas.
PR/HN/Vaishaly Camões
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