Bancos juntam-se em campanha para ajudar IPO Lisboa a comprar equipamentos

2 de Fevereiro 2022

Diversos bancos juntaram-se numa iniciativa para angariar fundos para o IPO de Lisboa conseguir comprar dois equipamentos para diagnóstico e terapêutica de vários tipos de cancro, incluindo tumores raros e hereditários, e investigação em oncobiologia.

Segundo o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, a campanha nacional arranca com 355 mil euros já doados por pelo Banco BPI, Banco Carregosa, Banco Invest, Banco de Investimento Global, Bankinter, Caixa Geral de Depósitos e Crédito Agrícola.

A angariação de donativos de cidadãos, empresas e instituições decorre entre 04 de fevereiro, Dia Mundial de Luta contra o Cancro, e 03 de março e as contribuições podem ser feitas por MB WAY (933 10 71 10) ou transferência bancária (PT50003500010069008003078), estando igualmente disponível uma linha telefónica de valor acrescentado (761 107 110).

“Juntos, temos mais para dar!” é uma iniciativa que beneficia os utentes do IPO Lisboa e dos hospitais da sua área geográfica de influência (regiões da Grande Lisboa, Ribatejo, Alentejo, Algarve e Regiões Autónomas), que referenciam doentes com situações clínicas mais complexas para o instituto.

O montante angariado no final da campanha “será utilizado na aquisição de um sequenciador de nova geração de elevada capacidade (fundamental para o diagnóstico genético e decisão terapêutica de vários tipos de cancro) e de um novo sistema de ecoendoscopia digestiva, que permitirá aumentar a capacidade de resposta no diagnóstico e tratamento de alguns tipos de tumores digestivos”, explica o IPO Lisboa.

O IPO Lisboa está certificado como centro de referência no tratamento de vários tipos de cancro pelo Ministério da Saúde, acreditado pela Organization of European Cancer Institutes e “tem indicadores de qualidade idênticos aos dos melhores centros de referência internacionais”, sublinha a instituição.

Por ano, o IPO Lisboa recebe cerca de 15 mil novos utentes, realiza 400 mil consultas e 7.000 cirurgias.

LUSA/HN

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