Banco Farmacêutico angaria 9.500 embalagens de medicamentos para apoiar IPSS

2 de Abril 2024

O Banco Farmacêutico (BF) angariou 9.500 embalagens de medicamentos e produtos de saúde para auxiliar 76 instituições de solidariedade social (IPSS), numa recolha que decorreu em 16 de março em 183 farmácias, foi hoje anunciado.

“Durante todo o dia 16 de março, os profissionais de saúde das farmácias que aderiram à iniciativa tiveram disponível uma lista de medicamentos, não sujeitos a receita médica, e outros produtos de saúde, elaborada para responder às necessidades de cada instituição que os farão chegar a quem mais precisa”, realçou o BF em comunicado.

A 15.ª Jornada de Recolha de Medicamentos (JRM) “permite que pessoas em condições de vida mais frágeis tenham o acesso a medicamentos e produtos de saúde de uma forma digna e segura”.

Citado no comunicado, o presidente do BF afirmou que o balanço “é mais uma vez positivo”.

“Temos de agradecer a todos aqueles que se deslocaram a uma farmácia para doar medicamentos e deixar desde já o apelo para voltarem a apoiar esta iniciativa em 2025”, salientou Luís Mendonça.

Agradecendo às farmácias aderentes e respetivos profissionais, o responsável lembrou os voluntários “que dedicaram o seu tempo a esta campanha de solidariedade”.

“Todos tornaram possível este contributo para as necessidades reais das instituições, que prestam apoio à população mais carenciada”, acrescentou.

As IPSS apoiadas são instituições que se dedicam ao acolhimento de crianças e de jovens mães, ao apoio a pessoas sem-abrigo, à recuperação de toxicodependentes e outros dependentes, ao apoio a famílias carenciadas e a lares de idosos e centros de dia para idosos.

De acordo com o BF, são organizações com necessidades permanentes de medicamentos e produtos farmacêuticos.

“Acreditamos que com esta iniciativa solidária e generosa multiplicada em farmácias distribuídas por todo o país podemos fazer a diferença em saúde nas pessoas mais frágeis e que estão a ser apoiadas por instituições”, observou.

O BF acrescentou que, desde a primeira JRM, em 2009, já “entregou milhares de medicamentos não sujeitos a receita médica” e outros produtos de saúde a IPSS.

LUSA/HN

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