Médico especialista adverte sobre os efeitos negativos do consumo de canábis na fertilidade masculina e feminina, destacando riscos para a saúde reprodutiva e gravidez em consumidores jovens.
Médico especialista adverte sobre os efeitos negativos do consumo de canábis na fertilidade masculina e feminina, destacando riscos para a saúde reprodutiva e gravidez em consumidores jovens.
A canábis continua a ser o estupefaciente mais consumido na Europa, tendo no último ano sido usada por 22,8 milhões de pessoas, quando o panorama está a mudar, com substâncias sintéticas mais potentes e novas misturas e padrões.
O Bloco de Esquerda propôs esta sexta-feira a despenalização do consumo recreativo de canábis, defendendo que é uma questão de saúde pública e de segurança, e apelou a um debate no parlamento que permita “chegar a uma boa lei”.
A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) aprovou este mês três autorizações de colocação no mercado de preparações à base de canábis para fins medicinais, passando a existir quatro produtos farmacêuticos à venda em Portugal.
O Infarmed aprovou três autorizações de colocação no mercado de preparações à base de canábis para fins medicinais, passando a existir quatro produtos farmacêuticos à venda em Portugal, adiantou hoje à Lusa o Infarmed.
Perto de 26 mil toneladas de canábis cultivadas e produzidas em Portugal foram exportadas desde 2019, ano em que foi legalizado o uso desta planta para fins medicinais, um aumento superior a 1.200%, revelam dados do Infarmed.
Os produtos de canábis estão cada vez mais potentes e diversificados, ao mesmo tempo que a colaboração entre grupos criminosos de tráfico está a aumentar e a criar novos riscos de segurança na Europa, segundo um relatório hoje divulgado.
O BE questionou o Governo sobre uma denúncia “grave e sem respaldo na lei” de uma recém-nascida que terá sido retida no hospital de Cascais por suspeita “desmentida por exames toxicológicos” de uso de canábis pela mãe.
O Governo alemão deu hoje um passo no sentido da legalização controlada da canábis para fins recreativos com a aprovação de um projeto de lei que visa descriminalizar a posse e o consumo.
O Conselho Internacional para o Controle de Narcóticos alertou esta quinta-feira que a legalização da canábis para uso recreativo pode levar a um aumento do consumo, principalmente entre os jovens, e não reduzirá a criminalidade associada.
O consumidor tipo de substâncias à base de canábis é homem, licenciado, trabalha, vive com os pais e diz consumir estes produtos para reduzir o stresse, melhorar o sono e tratar a depressão, revela um inquérito hoje divulgado.
O número de crianças que ingerem acidentalmente canábis comestível aumentou de forma dramática nos últimos anos nos Estados Unidos, onde esta droga recreativa se tornou legal num grande número de estados.
Uma empresa com capacidade para processar cerca de 40 mil quilos por ano de biomassa de canábis, para fins medicinais, vai instalar-se no parque empresarial de Pindelo dos Milagres, em São Pedro do Sul, anunciou esta sexta-feira a Câmara Municipal.
O consumo medicinal de canábis para combater a dor crónica aumenta o risco de sofrer transtornos cardiovasculares, segundo uma investigação dirigida pela médica Nina Nouhravesh, do Hospital Universitário Gentofte (Dinamarca).
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