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Miguel Castanho: “As doenças associadas ao cérebro são muito difíceis de tratar”

Miguel Castanho: “As doenças associadas ao cérebro são muito difíceis de tratar”

É como se de uma pedra preciosa se tratasse. O cérebro, um dos órgãos mais importantes, é o diamante do corpo humano capaz de impedir que a maioria dos medicamentos o atravessem. O seu mecanismo protetor pode torna-se um problema para o tratamento de algumas doenças. De acordo com o investigador do Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa, Miguel Castanho, cerca de “98% dos medicamentos que usamos não chegam ao cérebro”.

Cientistas descobrem como o cérebro controla o impulso para agir

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Geralmente assume-se que o cérebro comprime informações para processar, de forma eficiente, o fluxo contínuo de dados sensoriais. Agora os cientistas descobriram que o cérebro também poderá estar a utilizar este processo de compressão para as funções cognitivas, foi divulgado esta segunda-feira.

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O Relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias (ONDR) de 2024, que acaba de ser divulgado pela Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP), evidenciou uma tendência geral de redução nos internamentos e na mortalidade associada à Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) nos últimos cinco anos, em Portugal, à exceção dos anos de pandemia (2020-2021).

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