Diabetes
Estevão Pape: “O Programa Nacional de Controlo da Diabetes não é suficiente”

Estevão Pape: “O Programa Nacional de Controlo da Diabetes não é suficiente”

Passadas três décadas do primeiro encontro, a Sociedade Portuguesa de Diabetologia realiza nos dias 7, 8, e 9 de março o seu 20º congresso. Em declarações ao HealthNews, o presidente da comissão organizadora alertou que existem preocupações de há trinta anos que ainda se mantêm. Para Estevão Pape, as políticas de saúde devem ir além do Programa Nacional de Controlo da Diabetes. “Ainda não tem sido possível prevenir de forma eficaz a diabetes”, disse. 

APDP insta partidos a apostarem na prevenção da diabetes

A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) instou hoje as forças políticas a darem “passos importantes” na prevenção da diabetes, considerando ser “absolutamente fundamental” o acesso às bombas de perfusão subcutânea de insulina.

José Manuel Boavida: “O ‘drama’ da diabetes não está a ter a reposta desejada”

José Manuel Boavida: “O ‘drama’ da diabetes não está a ter a reposta desejada”

A Assembleia da República e a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) vão promover, esta sexta-feira, uma discussão sobre a possibilidade de se criar uma Resolução Nacional sobre Diabetes, tendo por base a Diretiva Europeia. Em entrevista ao nosso jornal, José Manuel Boavida lamentou a falta de resposta para o “drama” da doença em Portugal. “É preciso que se entenda que a diabetes não é só um problema de saúde, é um problema da sociedade que tem de ser abordado”, reforçou. 

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Altamiro da Costa Pereira: “A Inteligência Artificial não passa de mais uma ferramenta à disposição do médico”

O impacto das tecnologias no ensino da Medicina e da prática clínica foi o tema escolhido para encerrar o ciclo de conversas conduzidas pelo professor catedrático, Jorge Polónia. Desta vez, e para terminar com ‘chave de oro’, o convidado foi o Diretor da Faculdade de Medicina do Porto, o Prof. Altamiro da Costa Pereira. O responsável destacou que apesar de a Inteligência Artificial ser uma ferramenta “poderosíssima”, esta “nos dá por si só novo conhecimento”, o que significa que “a investigação vai continuar a ser feita” e os médicos vão ser sempre necessários.

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