Cerca de 400 médicos subscrevem uma carta aberta a criticar a proposta de revisão do Estatuto da Ordem dos Médicos por entenderem que está a pôr em causa a qualidade dos “cuidados, da medicina e do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.

Cerca de 400 médicos subscrevem uma carta aberta a criticar a proposta de revisão do Estatuto da Ordem dos Médicos por entenderem que está a pôr em causa a qualidade dos “cuidados, da medicina e do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.
A Best Medical Opinion, perante a Proposta de Lei n.º 96/XV/1ª, que visa alterar os Estatutos de Associações Públicas Profissionais no domínio da Saúde defendeu que as ordens profissionais “devem acautelar competências periciais aos profissionais de saúde”.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu esta terça-feira uma gestão “mais autónoma” no Serviço Nacional de Saúde (SNS) em relação ao ministério, escusando-se a revelar o que espera do próximo titular da Saúde.
O novo Estatuto do SNS, esta quinta-feira publicado em Diário da República, permitirá dar mais autonomia aos hospitais e aos centros de saúde, não só nas contratações, mas também no investimento.
O PCP acusou esta terça-feira o Governo de alimentar uma “inércia destrutiva” no Serviço Nacional de Saúde (SNS) que tem como objetivo enfraquecê-lo, argumentando que o estatuto “poderá ser um retrocesso” em relação à lei de bases.
O primeiro-ministro afirmou hoje que o novo Estatuto do Serviço Nacional de Saúde (SNS) vai ser aprovado na quinta-feira em reunião do Conselho de Ministros, considerando que permitirá melhor organização e autonomia de gestão nos hospitais.
O bastonário da Ordem dos Médicos, Miguel Guimarães, disse esta quarta-feira desconhecer o documento final do novo Estatuto do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que deverá ser aprovado na quinta-feira em Conselho de Ministros.
O Presidente da República promulgou esta segunda-feira o decreto do Governo que estabelece os termos e condições do reconhecimento do Estatuto do Cuidador Informal, considerando que é um “pequeno passo num domínio tão importante para muitos portugueses”.
O PCP manifestou-se esta quinta-feira contra a proposta de Estatuto do Serviço Nacional de Saúde (SNS), que está em discussão pública, alegando que não resolve os problemas de há vários anos e ainda contribui para os piorar.
A Ordem dos Médicos (OM) propôs em julho ao parlamento a alteração do estatuto para poder criar o Provedor do Doente, mas ainda não obteve resposta, disse esta quarta-feira o bastonário, que propôs há dois anos a criação desta figura.
O CDS-PP questionou esta quinta-feira o Governo sobre o estatuto do cuidador informal, apontando para o “número baixo” de pedidos de atribuição aprovados e defendendo que o apoio a estes cuidadores deve ser uma prioridade.
Os investigadores querem que o novo estatuto da carreira garanta a integração dos profissionais, disse o Sindicato Nacional Ensino Superior (SNESup), alertando que a atual precariedade laboral poderá levar a que muitos abandonem a profissão.
O CDS-PP desafiou o Governo a avaliar se algo “está a correr mal” na atribuição do estatuto do cuidador informal, frisando que o número de pessoas com aquele estatuto é baixo face ao universo de possíveis beneficiários.
A maioria dos cuidadores informais inquiridos num estudo do movimento que lhes quer “dar voz” revela desconhecer o estatuto em vigor há um ano e queixa-se da falta de apoios para prestar cuidados.
O número de pessoas sem médico de família subiu para as 1.593.802 no final de março, mais cerca de 28.500 do que no mês anterior, indica o portal da transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Sérgio Bruno dos Santos Sousa
Mestre em Saúde Pública
Enfermeiro Especialista de Enfermagem Comunitária e de Saúde Pública na ULSM
Gestor Local do Programa de Saúde Escolar na ULSM
ORCID
Cerca de 65% dos jovens profissionais de saúde em Portugal já consideraram emigrar, de acordo com um estudo recente que envolveu 1.500 participantes.
A presidente da Associação de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho alerta que o regime jurídico que regula o setor é desadequado e defende uma revisão, nomeadamente ao nível da formação dos profissionais e do teletrabalho.
O Governo vai aumentar em média em 18,9% o valor pago às instituições da rede nacional de cuidados continuados integrados (RNCCI), um acréscimo que está previsto numa portaria a publicar na próxima semana.
O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) garantiu que o recente acordo assinado com a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) vai permitir melhorar e alargar a rede de socorro, em especial no interior do país.
O número de pessoas sem médico de família subiu para as 1.593.802 no final de março, mais cerca de 28.500 do que no mês anterior, indica o portal da transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Sérgio Bruno dos Santos Sousa
Mestre em Saúde Pública
Enfermeiro Especialista de Enfermagem Comunitária e de Saúde Pública na ULSM
Gestor Local do Programa de Saúde Escolar na ULSM
ORCID
Cerca de 65% dos jovens profissionais de saúde em Portugal já consideraram emigrar, de acordo com um estudo recente que envolveu 1.500 participantes.
A presidente da Associação de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho alerta que o regime jurídico que regula o setor é desadequado e defende uma revisão, nomeadamente ao nível da formação dos profissionais e do teletrabalho.
O Governo vai aumentar em média em 18,9% o valor pago às instituições da rede nacional de cuidados continuados integrados (RNCCI), um acréscimo que está previsto numa portaria a publicar na próxima semana.