Quadro clínico de Berlusconi está a melhorar lentamente

Quadro clínico de Berlusconi está a melhorar lentamente

“O quadro clínico (…) de Silvio Berlusconi parece estar a melhorar lenta mas gradualmente”, indicou o hospital San Raffaele, em Milão (norte de Itália), num comunicado.

O político e magnata italiano, de 86 anos, sofre de leucemia e foi internado de urgência no passado dia 05 de abril, devido a uma infeção pulmonar, tendo saído da unidade de cuidados intensivos no passado domingo.

Berlusconi, que já esteve hospitalizado em diversas ocasiões e foi submetido a várias operações nos últimos anos, tinha estado internado no hospital San Raffaele no final de março. Na altura, foi divulgado que o ex-primeiro-ministro italiano estava a efetuar “exames médicos”.

A opinião pública em Itália especula há vários dias sobre o estado de saúde de Berlusconi, uma figura incontornável da sociedade italiana.

Três vezes primeiro-ministro do país e líder do partido político Forza Italia (parceiro do atual Governo), Berlusconi é igualmente proprietário da maior rede de televisão comercial em Itália e do grupo de ‘media’ Mediaset, um dos impérios da comunicação social mais importantes de Itália e da Europa, entre outras grandes empresas da economia italiana.

Constantemente acompanhado pela família, Berlusconi tem recebido várias visitas, entre elas, observou a agência noticiosa espanhola EFE, a do presidente da Mediaset, Fedele Confalonieri.

Desde que entrou no hospital, Berlusconi também contactou líderes do seu partido e aliados no Governo, como a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e o vice-presidente e ministro das Infraestruturas, Matteo Salvini.

LUSA/HN

Médicos “cautelosamente otimistas” sobre estado de saúde de Berlusconi

Médicos “cautelosamente otimistas” sobre estado de saúde de Berlusconi

Berlusconi está internado no Hospital San Raffaele, em Milão (norte), onde está internado desde 05 deste mês.

“As terapias citorredutoras, antimicrobianas e anti-inflamatórias estão a dar os resultados esperados, o que nos permite expressar um otimismo cauteloso. O presidente Silvio Berlusconi permanece nos cuidados intensivos”, segundo se lê no boletim médico, o segundo emitido oficialmente desde a hospitalização.

Na primeira comunicação, os médicos confirmaram que o magnata italiano, de 86 anos, sofre de leucemia há muito tempo e que teve de ser internado com urgência devido a uma infeção pulmonar.

“Nas últimas 48 horas, houve uma melhora progressiva e constante das funções orgânicas monitorizadas”, refere-se na última atualização.

A Itália especula há dias sobre o estado de saúde do três vezes primeiro-ministro do país, líder do partido político Forza Italia e diretor da Mediaset, um dos impérios da comunicação social mais importantes da Itália e da Europa, entre outras grandes empresas para a economia italiana.

Entre os profissionais de saúde que o tratam está Alberto Zangrillo, médico habitual de Berlusconi há décadas, que admitiu neste fim de semana que o líder do Forza Italia sofre de “uma patologia grave” e que está numa situação “difícil”, destacando, porém, que “está a responder bem ao tratamento”.

“Estou tranquilo, Berlusconi responde bem ao tratamento. Acima de tudo porque estamos a fazer tudo o que é possível. Tenho um paciente à minha frente que também é um grande amigo, não posso negar, há um envolvimento pessoal muito grande”, disse o médico aos jornalistas que cobrem o evento e que estão em permanência no hospital.

Por seu lado, o coordenador do Forza Italia e ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, declarou à imprensa que Berlusconi pretende reaparecer publicamente a 05 de maio na convenção do partido, negando “veementemente” que esteja a ser considerada qualquer sucessão na liderança da força política.

Constantemente acompanhado pela família, Berlusconi tem recebido várias visitas, entre elas, observou a agência noticiosa espanhola EFE, a do presidente da Mediaset, Fedele Confalonieri, que, aos jornalistas, à saída, disse haver “preocupação” quanto ao estado de saúde do magnata italiano, embora haja “otimisnmo”.

Na passada sexta-feira, Berlusconi telefonou para o diretor do Il Giornale, Augusto Minzolini, lê-se hoje no editorial do jornal.

“É difícil, mas vou sair dessa”, disse Berlusconi, segundo o editorial.

Desde que entrou no hospital, Berlusconi também contactou líderes do seu partido e aliados no governo, como a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e o vice-presidente e ministro das Infraestruturas, Matteo Salvini.

Berlusconi já tinha sido hospitalizado em San Raffaele na semana passada para o que foi descrito como “exames médicos”, mas o estado de saúde não foi considerado preocupante.

Ao longo dos anos, Berlusconi passou por sucessivos internamentos. Num dos mais recentes, em janeiro de 2022, foi internado por causa de uma infeção urinária.

LUSA/HN

Berlusconi tem leucemia e está a ser tratado por infeção pulmonar

Berlusconi tem leucemia e está a ser tratado por infeção pulmonar

Alberto Zangrillo indica que Berlusconi sofre de leucemia mielomonocítica crónica há já algum tempo e é nesse quadro clínico que “está hospitalizado nos cuidados intensivos para tratar uma infeção pulmonar”.

É a primeira comunicação oficial sobre o estado de saúde do político e empresário, que foi por três vezes líder do Governo italiano, desde que foi internado no hospital de San Raffaele de Milão.

A estratégia de tratamento passa por tratar a infeção pulmonar e combater a leucemia com um tratamento para reduzir as células cancerosas no sangue.

O boletim é assinado por Zangrillo, chefe das unidades de anestesia e cuidados intensivos de San Raffaele, e por Fabio Ciceri, chefe da unidade de transplantes de medula.

Na quarta-feira, os ‘media’ italianos disseram que Berlusconi, líder do partido Forza Italia, estava a receber tratamento para problemas cardiovasculares e para repor o nível de oxigénio no sangue.

Nos últimos anos, Berlusconi sofreu vários problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas e uma infeção com o vírus da COVID-19, que motivou a sua hospitalização em estado crítico com pneumonia.

LUSA/HN

Ex-PM italiano Silvio Berlusconi foi hospitalizado

Ex-PM italiano Silvio Berlusconi foi hospitalizado

Berlusconi, que foi primeiro-ministro de Itália por três vezes, foi internado no hospital de San Raffaele, em Milão (norte), onde costuma ser tratado, disse o seu porta-voz, Paolo Emilio Russo.

O porta-voz não confirmou se Berlusconi está nos cuidados intensivos de cardiologia, como avançaram a agência de notícias LaPresse, o canal Sky TG24 e o jornal Corriere della Sera.

O ex-primeiro-ministro italiano teve vários problemas de saúde nos últimos anos, o mais recente dos quais quando apanhou covid-19 em 2020, uma experiência que o pôs no hospital durante dez dias.

Na semana passada, tinha estado em San Raffaele para fazer exames e quando saiu, agradeceu a “todos quantos quiseram enviar um pensamento ou sinal de afeto por estes dias”.

LUSA/HN

Ex-primeiro-ministro italiano alvo de inquérito sobre gestão pandémica

Ex-primeiro-ministro italiano alvo de inquérito sobre gestão pandémica

O Ministério Público de Bergamo, cidade lombarda no norte da Itália que teve um dos principais focos de coronavírus no início da pandemia na Europa, encerrou a investigação após três anos, segundo os principais jornais diários, incluindo o Il Corriere della Sera.

Giuseppe Conte, primeiro-ministro de 2018 a 2021 e atual presidente do Movimento 5 Estrelas, o partido populista da oposição, foi ouvido por um magistrado sobre a gestão desta crise em junho de 2020.

Os magistrados suspeitam que Giuseppe Conte e o governo de que fez parte subestimaram a propagação do vírus, embora os dados à sua disposição mostrem que a situação em Bérgamo e arredores estava a piorar rapidamente, enquanto a polícia se preparava para isolar essas áreas do resto do país.

Os magistrados censuram-nos, em particular, por não terem criado entre 03 e 09 de março de 2020 uma “zona vermelha” composta por dois municípios desta zona, Nembro e Alzano Lombardo, particularmente afetados pela covid-19.

O Ministério Público de Bergamo acusa 19 pessoas na sua investigação preliminar, incluindo, além de Giuseppe Conte, o seu ministro da Saúde, Roberto Speranza, o presidente da região da Lombardia, Attilio Fontana, ainda no cargo.

As primeiras “zonas vermelhas” foram estabelecidas no final de fevereiro de 2020 por decisão do governo numa dezena de municípios lombardos, em particular Codogno, a cidade do “paciente número um”.

LUSA/HN