Portugal registou 13.160 óbitos em janeiro, o pior mês de janeiro desde 2021, a fase da pandemia de Covid-19 que atingiu o maior número de mortes, de acordo com dados oficiais.

Portugal registou 13.160 óbitos em janeiro, o pior mês de janeiro desde 2021, a fase da pandemia de Covid-19 que atingiu o maior número de mortes, de acordo com dados oficiais.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu esta quarta-feira aos países para não baixarem o alerta sobre a Covid-19, pese embora as melhorias, queixando-se que estão a ser subnotificados óbitos e hospitalizações.
Os óbitos por doenças do aparelho circulatório baixaram em 2021, mas continuam a ser a principal causa de morte em Portugal, segundo dados do INE, que indicam um aumento das mortes por cancro da traqueia, brônquios e pulmão.
Mais de 6.100 óbitos em excesso foram identificados em 2022 pelo Instituto Ricardo Jorge, que registou quatro picos de excesso de mortalidade, coincidentes com duas ondas de Covid-19 e períodos de temperaturas elevadas ou frio extremo.
Oito pessoas morreram nas estradas portuguesas desde quinta-feira, segundo o balanço da Operação Natal da GNR, que deteve mais de 100 condutores por apresentarem taxas de álcool no sangue consideradas crime.
A Covid-19 fez 20.915 mortes em Espanha no primeiro semestre do ano, menos 28% do que no mesmo período de 2021, mas continua a ser principal causa de morte no país, segundo dados oficiais publicados esta segunda-feira.
A mortalidade por todas as causas esteve, na semana passada, acima do esperado para a época nas regiões Norte e Lisboa e Vale do Tejo, nos maiores de 85, coincidindo com o aumento da incidência das infeções respiratórias.
O Atlas de Estatísticas da Saúde Africana 2022 indica que o combate à mortalidade materno infantil no continente teve avanços reduzidos comparativamente com a última década e pede mais ações.
O número de óbitos registados em julho em Portugal, que totalizou 10.657, aumentou 21% face ao mesmo mês de 2021 e 4,5% relativamente a junho deste ano, segundo dados preliminares divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
Portugal registou um excesso de mortalidade entre 07 e 13 de julho correspondente a 238 óbitos, atribuídos à onda de calor que se verifica no continente nos últimos dias, anunciou a Direção-Geral da Saúde (DGS).
Os casos ativos de Covid-19 em Cabo Verde voltaram a cair pela segunda semana consecutiva, agora para mais de metade, passando de 926 para 452, num período em que o país registou mais três óbitos provocados pela doença.
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) emitiu instruções para que o Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, e a Unidade Local de Saúde da Guarda garantam “especial cuidado” e celeridade na comunicação de óbitos a familiares.
O Brasil atingiu 658.566 óbitos devido à Covid-19 desde o início da pandemia, segundo dados divulgados esta sexta-feira pelo Ministério da Saúde do país.
A tuberculose causou cerca 21 mil mortes na região europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2020, o primeiro aumento de óbitos registado em mais de duas décadas, indica um relatório sobre a doença esta quinta-feira divulgado.
A Direção do Sindicato dos Enfermeiros anunciou a sua demissão com efeitos imediatos, citando um ambiente interno tóxico e ataques orquestrados que minaram os seus esforços. Após três anos de avanços na valorização da profissão, os dirigentes abandonam funções de cabeça erguida.
Quase um terço da população portuguesa com 16 ou mais anos apresentava sintomas de ansiedade generalizada em 2024 e 10% tinham sintomas graves como ataques de pânico ou palpitações, revelam dados hoje divulgados pelo INE.
Um estudo piloto realizado na Universidade de Gotemburgo revelou que 5,5% das crianças suecas do 4.º ano escolar apresentam distúrbios do espectro alcoólico fetal (FASD). A pesquisa indica que os defeitos congénitos causados pelo consumo de álcool durante a gravidez podem ser tão comuns na Suécia quanto em outros países europeus
Os resultados dos exames de rastreio do cancro da mama nos Açores passam a estar disponíveis no processo clínico dos utentes, graças à integração no sistema da Direção Regional de Saúde. Este avanço, financiado pelo PRR, garante maior eficiência e segurança na gestão dos dados
A Suécia lidera esforços globais na redução de danos causados pelo tabaco, combinando políticas públicas, educação e alternativas menos nocivas. Com uma taxa de tabagismo de apenas 6%, o país está próximo de se tornar a primeira nação “livre de fumo”, com prevalência abaixo de 5%.
Nathalie Cardinal von Widdern é a nova Country President da AstraZeneca Portugal, integrando também a equipa de liderança regional. Com 17 anos de experiência, traz uma visão estratégica para consolidar a posição da empresa como parceira essencial do sistema de saúde e líder em inovação.
A Direção do Sindicato dos Enfermeiros anunciou a sua demissão com efeitos imediatos, citando um ambiente interno tóxico e ataques orquestrados que minaram os seus esforços. Após três anos de avanços na valorização da profissão, os dirigentes abandonam funções de cabeça erguida.
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