Cerca de 54 mil pessoas protestaram este sábado em França contra o passe sanitário e as vacinas para a Covid-19, o que representa metade dos participantes dos protestos da semana passada, revelou o Ministério do Interior.
Cerca de 54 mil pessoas protestaram este sábado em França contra o passe sanitário e as vacinas para a Covid-19, o que representa metade dos participantes dos protestos da semana passada, revelou o Ministério do Interior.
A Dinamarca, após quase dois meses sem restrições de combate à pandemia de Covid-19, vai reimpor a obrigatoriedade de apresentação de passe sanitário, devido ao forte aumento de novos casos da doença, anunciou esta segunda-feira a primeira-ministra.
Os deputados e senadores franceses aprovaram a utilização do passe sanitário em França até ao fim de julho de 2022, numa altura em que 75% da população já está vacinada, mas os números da epidemia voltam a subir.
O Senado francês, dominado pela oposição de direita, recusou-se esta quinta-feira a prolongar a utilização do “passe sanitário” contra a Covid-19 até julho de 2022, iniciando assim um braço de ferro com a posição do presidente Emmanuel Macron.
O Governo belga repôs esta terça-feira, perante o aumento das infeções com Covid-19 e das hospitalizações, algumas restrições de combate à pandemia que levantara há apenas algumas semanas e alargou à totalidade do território a obrigatoriedade do passe sanitário.
A polícia italiana usou gás lacrimogéneo, jatos de água e carregou contra centenas de manifestantes para dispersar uma concentração de protesto no porto de Trieste contra o uso obrigatório do certificado sanitário da Covid-19.
O Presidente francês, Emmanuel Mácron, admitiu esta quinta-feira que caso a pandemia prevaleça em França, o passe sanitário poderá continuar a ser obrigatório para além de 15 de novembro, altura em que a sua utilização deveria terminar.
Mais de 1.300 multas foram aplicadas em França desde junho por falta de apresentação do ‘passe sanitário’, que permite acesso à maior parte dos locais públicos como museus, cinemas e restaurantes ou bares.
A França passou a exigir, a partir de ontem, um passe sanitário para se entrar em restaurantes, cafés e viajar pelo país.
O Presidente francês Emmanuel Macron avisou esta terça-feira que sem passe sanitário a França teria de voltar a reconfinar, alertando para a necessidade de travar a expansão do coronavírus.
O parlamento francês aprovou, no domingo à noite, o passe sanitário Covid-19, que atesta a vacinação, a testagem negativa ou a recuperação da doença, e será exibido na maioria dos locais públicos a partir de agosto.
França vai mesmo ter um passe sanitário para atestar que o seu portador está imune ou livre de Covid-19, decidiu esta quarta-feira de madrugada a Assembleia Nacional, após uma primeira rejeição na terça-feira.
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