O Salão Nobre da Câmara Municipal de Faro recebe a 30 de abril uma sessão gratuita sobre segurança dos medicamentos, promovendo a literacia em saúde e o papel ativo dos cidadãos na prevenção de reações adversas e uso responsável.
O Salão Nobre da Câmara Municipal de Faro recebe a 30 de abril uma sessão gratuita sobre segurança dos medicamentos, promovendo a literacia em saúde e o papel ativo dos cidadãos na prevenção de reações adversas e uso responsável.
O Infarmed apelou hoje à população para notificar reações adversas a medicamentos, no âmbito de uma campanha que envolve reguladores de 85 países e que pretende melhorar a segurança dos fármacos.
O Infarmed recebeu no ano passado quase 27.000 notificações de suspeitas de Reações Adversas a Medicamentos (RAM) e pelo menos um em cada cinco casos foram considerados graves.
A identificação precoce de reações adversas a medicamentos pode evitar efeitos colaterais graves, mas muitos farmacêuticos não notificam, é a conclusão de um estudo esta terça-feira divulgado que foi levado a cabo por uma equipa de investigadores do Porto.
O medo de reações adversas concretizadas em doenças ou lesões graves é, ainda hoje, um obstáculo à vacinação para a gripe das gestantes. Os factos dão razão a este receio?
A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) registou em Portugal, até ao fim de março, 24.144 reações adversas às vacinas contra a Covid-19, das quais 7.791 consideradas graves, o que representa um caso por mil vacinas administradas.
Um grupo de 90 médicos e cientistas britânicos escreveram esta semana uma carta aberta dirigida à Comissão Conjunta de Vacinação e Imunização, ao Diretor Geral da Saúde (CMO) e ao primeiro-ministro britânico, alertando para o excesso de mortalidade em rapazes entre os 15 e os19 anos no Reino Unido desde que começou o programa de vacinação. Os especialistas pedem a suspensão da vacina contra a Covid-19 nesta faixa etária.
Mais de 22.380 suspeitas de reações adversas às vacinas contra a Covid-19 foram registadas em Portugal até final do mês passado e houve 126 casos de morte comunicados em idosos, sem que esteja demonstrada a relação causa-efeito, segundo o Infarmed.
As autoridades registaram 127 casos de suspeitas de reações adversas graves às vacinas contra a Covid-19 em crianças e jovens em Portugal, das quais 15 mio/pericardites, em mais de 1,4 milhões de doses administradas nestas faixas etárias.
Um total de 124 mil reações adversas à vacina anticovid-19 da Moderna e de 522 mil à da Pfizer/BioNTech foram comunicadas até início deste mês na União Europeia (UE), equivalente a 0,12% e 0,10%, informou esta sexta-feira a EMA.
A Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) registou 18.155 reações adversas às vacinas (RAM) contra a Covid-19 em Portugal, 6.475 consideradas graves, o que representa um caso em cada mil inoculações.
A Autoridade Nacional do Medicamento participa até dia 07, pelo sexto ano consecutivo, na campanha internacional #MedSafetyWeek, para promover a importância da notificação de suspeitas de reações adversas e que este ano tem como foco as vacinas.
Mais de 15.900 suspeitas de reações adversas às vacinas contra a Covid-19 foram notificadas em Portugal, das quais 5.929 foram classificadas como graves e que incluem 85 casos de morte em idosos, segundo dados do Infarmed.
A plataforma online do Ministério da Saúde que monitoriza esperas em urgências, consultas e cirurgias atingiu uma média de oito mil acessos diários em dezembro, liderados pelos dados das urgências
No próximo dia 20 de dezembro de 2025, sábado, entre as 9h e as 13h, o Campus de Saúde da Misericórdia de Vila Franca de Xira será o local escolhido para mais uma campanha de dádiva de sangue.
A Federação Nacional dos Médicos apresentou hoje uma contraproposta ao modelo de avaliação do Governo, propondo a reposição da avaliação em equipa, a reintrodução da ponderação curricular e ajustes na grelha, visando maior equidade para os médicos do SNS.
Os municípios do Algarve enviaram uma moção ao Governo a manifestar a sua “profunda preocupação e apreensão” com uma eventual reorganização de serviços de saúde e proteção civil, foi hoje divulgado.
A Associação das Unidades de Saúde Familiares alertou hoje que a criação de vice-presidências da saúde nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional só funcionará se os cuidados primários tiverem “voz real”, houver transparência, critérios claros e responsabilização.
A secretária de Saúde e Proteção Civil da Madeira, Micaela Freitas, assegurou hoje que não haverá cortes no investimento em 2026, salientando que o Orçamento regional canaliza um total de 550 milhões de euros para os dois setores.
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