Mais de 300 mil idosos receberam segunda dose de reforço

Mais de 300 mil idosos receberam segunda dose de reforço

“Até ao final de segunda-feira, 13 de junho, já tinham sido vacinadas cerca de 303 mil pessoas, tendo sido já visitadas todas as Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) elegíveis”, adiantou a DGS em comunicado.

Além dos residentes em lares, a administração da segunda dose de reforço, que se iniciou em 16 de maio, abrange pessoas com 80 ou mais anos, que têm sido convocadas por agendamento local, através de mensagem SMS ou chamada telefónica, e por agendamento central, como já aconteceu noutras fases da vacinação contra a Covid-19.

Esta fase da imunização contra o SARS-CoV-2, que se integra na estratégia de reforço da proteção da população mais vulnerável, está a decorrer nos centros de vacinação ou nos centros de saúde.

De acordo com a DGS, a população elegível para esta segunda dose deve ser vacinada com um intervalo mínimo de quatro meses após a última dose ou um diagnóstico de infeção por SARS-CoV-2, ou seja, este reforço abrange também as pessoas que recuperaram da infeção.

Recentemente, a DGS e o Ministério da Saúde anunciaram que a próxima campanha de vacinação do outono e inverno prevê a coadministração das vacinas contra a gripe e Covid-19 em idosos, pessoas com mais de 18 anos com doenças graves, profissionais de saúde e utentes de lares e cuidados continuados.

Entre setembro e dezembro, serão vacinados os residentes em lares e na rede de cuidados continuados integrados, as pessoas com mais de 65 anos, os maiores de 18 anos que tenham doenças crónicas como insuficiência cardíaca, doença pulmonar grave, doença neuromuscular grave e insuficiência renal e os profissionais de saúde e dos lares de idosos.

LUSA/HN

Comité dos EUA favorável à vacina da Moderna para crianças e adolescentes

Comité dos EUA favorável à vacina da Moderna para crianças e adolescentes

Os 22 peritos independentes deste comité votaram por unanimidade a favor desta autorização.

Com esta posição, cabe agora à agência norte-americana do Medicamento (FDA) dar “luz verde oficial”, sendo raro, contudo, que não siga o conselho do seu comité.

Até agora, a vacina da Moderna só era permitida nos Estados Unidos para adultos com 18 ou mais anos, ao contrário do que sucedia noutros países.

Os jovens norte-americanos só podiam receber a vacina da Pfizer.

“Isto vai dar às famílias mais uma opção”, declarou Ofer Levy, um dos membros da comissão.

As taxas de vacinação entre os menores são muito mais baixas do que as registas em adultos.

Para adolescentes entre os 12 e os 17 anos, a dosagem é a mesma para adultos (100 microgramas), enquanto para crianças entre os 6 e os 11 anos a dosagem é reduzida para metade (50 microgramas).

Apesar de a votação ter sido unânime, alguns peritos lamentaram que uma terceira dose não tenha sido permitida, desde o início, uma vez que, no seu entendimento, a proteção das vacinas tem-se revelado menos eficaz desde o aparecimento da variante Ómicron.

As autoridades de saúde norte-americanas esperaram até agora para ponderar a utilização da vacina da Moderna para adolescentes, devido, em particular, às preocupações com os riscos da miocardite, inflamação do músculo cardíaco.

Foi detetado um risco acrescido, após a utilização de vacinas ARN-mensageiro, como as da Pfizer e Moderna, especialmente, em crianças do sexo masculino.

Contudo, segundo os especialistas este risco é compensado pelos benefícios da vacinação.

Entretanto, na segunda-feira a FDA considerou que a vacina anti-covid da Pfizer é segura e eficaz em crianças menores de cinco anos.

A FDA tem marcada uma reunião de especialistas para quarta-feira com o objetivo de decidir se recomenda, ou não, a vacina Pfizer (administrada em três injeções para crianças de seis meses a cinco anos) e a da Moderna (duas injeções para crianças de seis meses a cinco anos).

Se, conforme esperado, especialistas indicados pela FDA recomendarem ambas as vacinas, o assunto transita de imediato para outro painel convocado pelos Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC), que terá a palavra final.

Na semana passada, funcionários da Casa Branca avançaram que o lançamento de milhões de doses destas vacinas em farmácias e consultórios médicos poderia começar já em 21 de junho.

LUSA/HN

Vacina da Pfizer apontada como segura e eficaz para menores de 5 anos

Vacina da Pfizer apontada como segura e eficaz para menores de 5 anos

A FDA tem marcada uma reunião de especialistas para a próxima quarta-fera com o objetivo de decidir se recomenda, ou não, a vacina Pfizer (administrada em três injeções para crianças de seis meses a cinco anos) e a da Moderna (duas injeções para crianças de seis meses a cinco anos).

Segundo um relatório da FDA publicado na segunda-feira, as crianças menores de cinco anos são o único grupo etário ainda não elegível para a vacinação contra Covid nos Estados Unidos e na maioria dos países, mas a sua taxa de hospitalização e morte é “maior do que em crianças e adolescentes de 5 a 17 anos”.

Segundo o plano proposto, as duas primeiras injeções de Pfizer são administradas com três semanas de intervalo, e a terceira é administrada oito semanas após a segunda. As suas dosagens serão mais baixas do que as utilizadas para crianças maiores de cinco anos, bem como para as pessoas com 12 anos ou mais.

A Pfizer e a Moderna já tinham transmitido as suas descobertas em comunicados à comunicação social, mas a FDA teve que rever os dados e realizar a sua própria avaliação, tendo divulgado uma análise favorável para a Moderna na passada sexta-feira.

A avaliação sobre a Pfizer também se mostrou favorável, com base nos níveis de anticorpos bloqueadores de infeção nos participantes do estudo e num perfil de efeitos colaterais semelhante em grupos etários mais velhos.

Cerca de 4.500 crianças participaram do estudo.

Uma estimativa preliminar colocou a eficácia da vacina em 80,3%, mas a FDA ressalvou que essa percentagem foi baseada em poucos casos positivos – apenas 10, em comparação com os 21 procurados para uma estimativa mais precisa.

Existem quase 20 milhões de crianças norte-americanas com menos de cinco anos, ou seja, representam 6% da população.

Se, conforme esperado, especialistas indicados pela FDA recomendarem ambas as vacinas, o assunto transita de imediato para outro painel convocado pelos Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC), que terá a palavra final.

Na semana passada, funcionários da Casa Branca avançaram que o lançamento de milhões de doses destas vacinas em farmácias e consultórios médicos poderia começar já em 21 de junho.

LUSA/HN

Governo aprova despesa de 15,3 milhões de euros para compra da vacina contra a gripe

Governo aprova despesa de 15,3 milhões de euros para compra da vacina contra a gripe

A autorização da realização da despesa pelas cinco Administrações Regionais de Saúde (ARS) para a compra da vacina da gripe foi aprovada na quinta-feira na reunião de Conselho de Ministros.

Questionado pela agência Lusa sobre o montante autorizado, o Ministério da Saúde adiantou que o valor total não pode exceder os 15.352,790,40 euros, a que acresce o IVA à taxa legal em vigor, mais 501 mil euros do que na época gripal de 2021/2022 (14 851 577,85 euros).

No Serviço Nacional de Saúde, a vacina é gratuita para cidadãos com idade igual ou superior a 65 anos, grávidas para pessoas residentes ou internadas em instituições, para pessoas com algumas doenças específicas, para profissionais de saúde do SNS e para os bombeiros.

Habitualmente, a gripe é curada espontaneamente, mas podem ocorrer complicações, particularmente em pessoas com doenças crónicas ou com 65 ou mais anos. Assim, a vacinação é a melhor prevenção, sobretudo para evitar a doença grave, segundo a Direção-Geral da Saúde.

LUSA/HN

Vietname anuncia primeira vacina contra a peste suína africana

Vietname anuncia primeira vacina contra a peste suína africana

Na sexta-feira, as autoridades vietnamitas deverão emitir uma autorização de comercialização da vacina apenas para o Vietname.

Mas Hanói quer também comercializar o produto no estrangeiro para ajudar os países onde a epidemia está a causar perdas económicas.

“A produção da vacina é um acontecimento histórico (…). O nosso objetivo é também a exportação”, disse, na quarta-feira, o vice-ministro da Agricultura vietnamita, Phung Duc Tien, sem apresentar um calendário para a exportação nem uma estimativa da capacidade de produção do Vietname.

A peste suína africana, inofensiva para os humanos, mas devastadora para o gado, foi detetada pela primeira vez no Vietname, em fevereiro de 2019. Desde então, o país teve de abater milhões de cabeças.

Nenhuma vacina comercial esteve até agora disponível em todo o mundo para prevenir a doença.

A vacina vietnamita tem sido desenvolvida desde 2020 em parceria com peritos norte-americanos e foram realizados cinco ensaios clínicos.

“A sua duração de imunidade é de seis meses”, disse Phung Duc Tien.

A segurança e a eficácia do produto foram confirmadas pelo Serviço de Investigação Agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, salientou.

Embora o surto de peste suína tenha diminuído no Vietname, a doença continua a causar estragos em algumas partes do mundo.

Entre janeiro de 2020 e abril passado, foram comunicados mais de 1,1 milhões de casos em 35 países dos cinco continentes em suínos domésticos, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

LUSA/HN