De acordo com a Diretora de Corporate Affairs & Market Access da AstraZeneca Portugal, Rosário Trindade, o movimento foi pensado “numa primeira instância, para as famílias com crianças pequenas a cargo, em que os pais têm doenças crónicas (por exemplo, doenças respiratórias, cardiovasculares, oncológicas, entre outras) e que viram, neste contexto, as suas vidas ainda mais complicadas”. No entanto, o elevado número de famílias que teve adaptar-se à nova realidade de teletrabalho e de ensino à distância, influenciaram para que “este movimento seja de todos”.
A iniciativa prevê desafios semanais entre pais e filhos que são enviados diretamente para o e-mail das famílias que fizeram o registo Aqui. Os resultados das actividades poderão ser partilhados nas redes sociais, de maneira a criar “uma onda de partilha positiva”. De acordo com a psicóloga, Melani Tavares, brincar “contribui para um crescimento saudável em todas as áreas do desenvolvimento: psicológico, cognitivo, motor e social”. A especialista defende que a iniciativa permite que a criança tenha liberdade para brincar”.
Entre as atividades planeadas, o movimento garante que os primeiros mil registos receberão em casa uma semente para plantar. A iniciativa “pretende deixar uma mensagem de esperança no futuro”. Rosário Trindade explica que “a criança, com a ajuda da família, deverá cuidar dela até que chegue o momento em que possa sair à rua para a plantar num local público. A semente representa a esperança de que mesmo num contexto adverso, em família, em comunidade e em união é possível criar/educar as crianças, fazer nascer vida e levar o novo normal até ao coração das nossas cidades”.
O #MovimentoViverIntensamente quer relembrar a importância de brincar e sugere que as brincadeiras “podem e devem ser feitas em famílias”. Os especialistas garantem que brincar é também importante para os adultos, já que permite relembrar memórias e sensações “importantes do ser lúcido que todos nós fomos e deveríamos continuar a ser”.
PR/HN/ Vaishaly Camões
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