Covid-19 já matou 385.869 pessoas e infetou mais de 6,5 milhões em todo o mundo

5 de Junho 2020

A pandemia do novo coronavírus já matou 385.869 pessoas e infetou mais de 6,5 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP, às 11:00 TMG de hoje, baseado em dados oficiais.

De acordo com o balanço da agência noticiosa francesa, às 11:00 TMG (12:00 de Lisboa) de hoje, 6.522.050 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan, dos quais pelo menos 2.820.000 agora são considerados curados.

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves com internamento, outros usam o teste como uma prioridade para o rastreamento e muitos estados pobres têm capacidade limitada de rastreamento.

Os Estados Unidos, que tiveram a sua primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de óbitos e de casos, com 107.175 mortes e 1.851.520 casos. Pelo menos 479.258 pessoas foram declaradas curadas até hoje pelas autoridades norte-americanas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Reino Unido, com 39.728 mortes e 279.856 casos, a Itália, com 33.601 mortes (233.836 casos), o Brasil, com 32.548 óbitos (584.016 casos) e a França, com 29.021 mortes (188.674 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.022 casos (um novo entre quinta-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes (zero novas) e 78.319 curas.

A Europa totalizava às 11:00 TMG de hoje 181.143 mortes e 221.2312 casos, os Estados Unidos e o Canadá 114.633 mortes (1.943.930 casos), a América Latina e Caribe 57.701 mortes (1.145.993 casos), a Ásia 17.693 mortes (610.239 casos), o Médio Oriente 9.962 óbitos (437.684 casos), África 4.606 mortes (163.287 casos) e a Oceânia 131 mortes (8.612 casos).

Esta avaliação foi realizada usando dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto de autoridades de Saúde e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em Portugal, morreram 1.465 pessoas das 33.969 confirmadas como infetadas, e há 20.526 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

Portugal é o 24.º país do mundo com mais óbitos e o 30.º em número de infeções.

LUSA/HN

0 Comments

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMAS

ULS de Coimbra desativa planos de emergência após redução do caudal do Mondego

A Unidade Local de Saúde de Coimbra anunciou hoje a desativação do Plano de Emergência Externo e do Plano de Emergência Interno, que estiveram no nível 2 durante o período de calamidade pública para garantir resposta à cheia do Mondego, num agradecimento aos profissionais que, mesmo com as suas vidas afetadas, mantiveram os serviços operacionais

Raimundo desafia Governo a optar entre “guerras” e reconstrução

O secretário-geral do PCP desafiou hoje o Governo a escolher entre financiar conflitos externos ou canalizar verbas para a “guerra da reconstrução” do país, após a passagem das tempestades que devastaram várias regiões. A declaração foi feita durante uma visita ao centro de recolha de bens instalado no Estaleiro Municipal de Ourém, um dos concelhos mais fustigados pelo mau tempo

Tempestades: Campanha nacional recolhe donativos para vítimas de cheias e inundações

A Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares e a associação Entreajuda ativaram uma rede solidária para recolher fundos e bens essenciais destinados às populações flageladas pelas recentes tempestades. A distribuição da ajuda arranca na próxima semana, priorizando os concelhos que estiveram em situação de calamidade, numa operação articulada com autarquias e instituições locais

Pais de crianças com Asperger sem respostas: “Subsídios não chegam para nada”

A Associação Portuguesa de Síndrome de Asperger (APSA) alertou hoje para a necessidade de um acompanhamento frequente e integrado na saúde e educação, sob pena de as pessoas com esta perturbação do espectro do autismo ficarem dependentes para toda a vida, sem conseguir gerir dinheiro, emprego ou a própria saúde

Hospital da Horta admite dificuldade em pagar diárias a doentes deslocados

A presidente indigitada do Hospital da Horta, Maria Cândido, alertou hoje para o agravamento dos custos com consumíveis e tratamentos, que poderá não ser totalmente colmatado pelo reforço orçamental, reconhecendo “dificuldades para pagar as diárias” dos doentes deslocados

MAIS LIDAS

Share This
Verified by MonsterInsights