Governo quer 9,4 camas de medicina intensiva por 100 mil habitantes

13 de Junho 2020

O Governo quer chegar ao fim do ano com “9,4 camas de medicina intensiva por cem mil habitantes”, tendo registado desde o início da pandemia de covid-19 um aumento de 23%, de 629 para 819, foi hoje divulgado.

O Governo quer chegar ao fim do ano com “9,4 camas de medicina intensiva por cem mil habitantes”, tendo registado desde o início da pandemia de covid-19 um aumento de 23%, de 629 para 819, foi hoje divulgado.Na conferência de imprensa diária sobre a situação epidemiológica no país, António Lacerda Sales, secretário de Estado da Saúde, adiantou que “o rácio de 9,4 camas” de cuidados intensivos “por cem mil habitantes” é um “objetivo até ao fim do ano”.

O governante frisou ainda que Portugal não registou, até à data, “sobrecarga” nos cuidados intensivos e que foram entregues “mais de 680 ventiladores invasivos” às unidades hospitalares de todo o país, ao mesmo tempo que a capacidade da medicina intensiva subiu das 629 para as 819 camas, “um aumento de 23%”.

Entre os casos de infeção confirmados no boletim de hoje da Direção Geral da Saúde (DGS), 428 estão internados, 77 dos quais em unidades de cuidados intensivos.

A secretária de Estado Adjunta e da Saúde revelou na sexta-feira que a taxa de ocupação das Unidades de Cuidados Intensivos de Lisboa e Vale de Tejo é de 65%.

Portugal regista hoje 1.512 mortes relacionadas com a covid-19, mais sete do que na sexta-feira, e 36.463 infetados, mais 283, dos quais 215 em Lisboa, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela DGS.

LUSA/HN

1 Comment

  1. Lúcia Almeida

    Bom será ter um racio adequado de camas em cuidados intensivos.Será também de todo importante ter profissionais de saúde com EPI adequados e satisfeitos(economicamente) para dar respostas às necessidades dos doentes.

Submit a Comment

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

ÚLTIMAS

Altamiro da Costa Pereira: “A Inteligência Artificial não passa de mais uma ferramenta à disposição do médico”

O impacto das tecnologias no ensino da Medicina e da prática clínica foi o tema escolhido para encerrar o ciclo de conversas conduzidas pelo professor catedrático, Jorge Polónia. Desta vez, e para terminar com ‘chave de oro’, o convidado foi o Diretor da Faculdade de Medicina do Porto, o Prof. Altamiro da Costa Pereira. O responsável destacou que apesar de a Inteligência Artificial ser uma ferramenta “poderosíssima”, esta “nos dá por si só novo conhecimento”, o que significa que “a investigação vai continuar a ser feita” e os médicos vão ser sempre necessários.

MAIS LIDAS

Share This
Verified by MonsterInsights