26/04/2022 | Lusofonia, Mundo, Notícias

Guiné-Bissau sem casos de Covid-19

O ministro da Saúde da Guiné-Bissau, Dionísio Cumba, afirmou esta terça-feira que o país está, neste momento, “com zero casos positivos” de infeção pela Covid-19 e que o total de óbitos em consequência da doença é de 171.

Dionísio Cumba considerou que o “controlo da doença” se deveu à vacinação da população.

“A situação da covid-19, como está a acontecer em todos os países, neste momento, está mais ou menos controlada na Guiné-Bissau com a vacinação”, defendeu Cumba, que falava à Lusa por ocasião do lançamento de uma campanha de vacinação às crianças do país contra a poliomielite.

O ministro observou que a Guiné-Bissau também enfrentou a quarta vaga de infeções pela Covid-19, mas, disse que não foi grave como as outras vagas.

“Tivemos esta quarta vaga do vírus Ómicron com muitas infeções, mas em termos de óbitos são relativamente poucos em relação a outras variantes que tivemos de enfrentar. Na Guiné-Bissau, a quarta vaga também está completamente a zero”, referiu o médico formado em Itália.

Dionísio Cumba observou ser impossível garantir que o país não voltará a ser afetada pela doença, mas frisou ser importante que seja continuada a vacinação da população.

“Ainda não sabemos se vai acontecer a quinta vaga, porque o vírus, com certeza veio para ficar com as mutações que está a ter, vamos ter casos esporádicos. Pode acontecer com a mutações e associações de duas variantes do vírus, isso pode trazer mais a subida de casos de infeções”, notou o médico.

Nos últimos dias, todos os testes feitos à viajantes têm dado negativos, mas Dionísio Cumba disse que a vigilância deve continuar.

Desde a declaração oficial da pandemia na Guiné-Bissau, em março de 2020, foram registadas 171 mortes derivados da Covid-19, observou o ministro da Saúde.

Para o governante guineense, o país, neste momento, “respira de alivio”.

“Neste momento temos zero casos positivos. Na semana passada tivemos dois internados, mas já receberam alta médica. Não há pessoas a adoecer e hospitais cheios de doentes com Covid-19 como nos anos passados”, afirmou Dionísio Cumba.

LUSA/HN

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