Cabo Verde com mais quarto mortos e 328 novos casos

30 de Abril 2021

Cabo Verde registou mais quatro óbitos provocados pela covid-19 e aumentou para 217 o total de mortos associados à doença no país, que nas últimas 24 horas diagnosticou mais 328 novos infetados, divulgou hoje o Ministério da Saúde.

De um total de 1.791 amostras analisadas nos laboratórios de virologia, o Ministério da Saúde e da Segurança Social informou que 328 deram resultado positivo para o novo coronavírus, numa taxa de positividade de 18,3%.

A maioria dos novos casos foi reportada na cidade da Praia, ilha de Santiago (143), que viu os outros municípios também com mais infetados, nomeadamente Ribeira Grande e São Domingos, com quatro cada, Santa Catarina (11), São Salvador do Mundo (3), Santa Cruz e Tarrafal, com dois cada um, e São Lourenço dos Órgãos (8).

Em São Vicente foram reportados mais 41 casos, enquanto Boa Vista tem 25, Sal somou mais 20, Maio tem 12, Brava com 21, São Nicolau regista 14 (Tarrafal com 11 e Ribeira Brava com dois), Fogo tem quatro em São Filipe e Santo Antão somou mais 15.

Nas últimas 24 horas, o país registou mais quatro óbitos, sendo um cada na Praia, São Vicente, Sal e Tarrafal de São Nicolau, elevando para 217 o total de mortos provocados pela doença.

Também mais 308 pessoas tiveram alta, aumentando para 20.565 casos recuperados da doença desde o início da pandemia no país, que já infetou um total de 23.882 pessoas e há neste momento 3.085 casos ativos.

Os novos dados foram divulgados no dia em que o Governo de Cabo Verde voltou a decretar o estado de calamidade em todas as ilhas, exceto na ilha Brava, para os próximos 30 dias, com medidas para limitar atividades com aglomerações de pessoas, depois do aumento de novos casos de covid-19 nas últimas semanas.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.168.333 mortos no mundo, resultantes de mais de 150,4 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

LUSA/HN

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