Um estudo da Universidade da Finlândia Oriental identificou as três principais dimensões que explicam a felicidade que os finlandeses retiram das suas florestas, desde a ligação profunda à natureza até às atividades tradicionais.
Um estudo da Universidade da Finlândia Oriental identificou as três principais dimensões que explicam a felicidade que os finlandeses retiram das suas florestas, desde a ligação profunda à natureza até às atividades tradicionais.
Editado pela LIDEL, um novo livro coordenado pelos psiquiatras Pedro Moura e Afonso Gouveia reúne mais de 90 especialistas para dissecar a complexa relação entre a saúde mental e o trabalho. A obra surge num contexto em que mil milhões de trabalhadores têm perturbações mentais.
O verão, tradicionalmente associado a descanso e felicidade, pode gerar stress e ansiedade devido à pressão de preencher cada momento com atividades. Especialistas alertam para o “burnout de lazer” e aconselham a gerir expectativas e priorizar o bem-estar
Novo estudo da Universidade de Agder revela disparidade alarmante no abandono da prática desportiva entre jovens noruegueses. Classes sociais mais baixas registam taxas de desistência de 80%, enquanto nas classes altas o valor desce para 67%
Um estudo das universidades de Bielefeld e Warwick revela que o consumo de cafeína, especialmente de manhã, melhora significativamente o humor e entusiasmo. Participantes reportaram maior felicidade após café, com efeitos consistentes independentemente de hábitos ou saúde mental. A pesquisa analisou 236 adultos durante quatro semanas
A Clínica Médis, do Grupo Ageas Portugal, destaca a ligação vital entre saúde oral e autoestima, especialmente no verão. Problemas dentários afetam confiança e interações sociais. Higiene diária e consultas preventivas são essenciais para um sorriso que reflete saúde física e mental.
O projeto mySaúde Açores foi reconhecido em Viena pelo seu caráter inovador, destacando a região como pioneira em soluções digitais de saúde e facilitando o acesso dos utentes aos serviços médicos.
A Eurofirms – People First é finalista dos Prémios Bem-Estar, destacando-se pelas suas práticas inovadoras de promoção da saúde, bem-estar e felicidade dos colaboradores, através de iniciativas que vão do apoio psicológico à formação contínua.
O Politécnico de Leiria apresentou o Observatório para a Saúde dos Estudantes, reforçando o seu compromisso com o bem-estar académico e a promoção de estilos de vida saudáveis, numa instituição já distinguida com a certificação Platina Healthy Campus.
A ULS Amadora/Sintra e a ENSP firmaram um protocolo para lançar o primeiro projeto nacional de Prescrição Social, focado em crianças dos 6 aos 12 anos, promovendo saúde mental e bem-estar através de atividades na natureza e meio aquático.
A ULS de Coimbra e a Liga Portuguesa Contra o Cancro assinaram dois acordos para reforçar o apoio psicológico e promover atividades lúdico-pedagógicas a crianças e jovens com cancro, melhorando a qualidade de vida e a saúde mental destes doentes.
A Ordem dos Médicos inaugura a exposição “Saúde e Bem-Estar dos Médicos” a 19 de maio, na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, alertando para a importância do bem-estar dos médicos junto dos estudantes e futuros profissionais.
O Hospital CUF Descobertas, em Lisboa, recebe a 30 de maio o I Seminário do Sobrevivente de Cancro, reunindo especialistas, associações e sobreviventes para debater desafios, avanços e estratégias de apoio à vida após o cancro.
Novas investigações da NTNU mostram que apenas alguns minutos diários de exercício intenso são suficientes para melhorar a saúde cardiovascular e muscular, contrariando recomendações tradicionais e facilitando a adesão dos mais inativos.
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
António Alvim
Presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Família Independentes-APMF
O diretor-executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou que o serviço é excessivamente focado nos hospitais. A declaração marcou um debate sobre modelos de gestão e competências de enfermagem, com visões distintas sobre centralização
O Governo vai avançar com uma nova Lei Orgânica para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) até ao final de janeiro de 2026, anunciou este domingo o Ministério da Saúde.
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade