Ainda está por definir se o evento acontecerá em formato híbrido, ou se terá de se optar apenas pelo virtual, devido à pandemia de Covid-19. Mas o congresso, inicialmente previsto para abril do ano passado, já tem data marcada para este ano.

A hospitalização domiciliária procura contribuir para o melhor nível possível de saúde e bem-estar das pessoas que necessitem transitoriamente de cuidados de nível hospitalar, oferecendo-lhes um serviço de qualidade, com o rigor clínico e a visão holística e humanizada da Medicina Interna, sempre que a permanência no hospital seja prescindível – de acordo com o comunicado enviado à comunicação social.

Depois de referir que o desafio de promover cuidados hospitalares no domicílio tem sido elevado pela pandemia, Francisca Delerue, internista e coordenadora do NEHospDom, citada em comunicado, explicou que as “Unidades de Hospitalização Domiciliária (UHD) têm-se adaptado e reinventado na forma como cuidam dos doentes e como constroem os seus circuitos”.

“A uniformização e normalização dos modelos e dos cuidados prestados é agora uma preocupação. Precisamos de formar, acompanhar e avaliar. O NEHospDom surge com este objetivo e, também, como uma plataforma de facilitação à partilha de experiências e de produção de ciência. Agora importa fazermos um trabalho contínuo e conjunto”, afirmou Francisca Delerue.

Inscrições e submissão de posters em:
I Congresso Nacional de Hospitalização Domiciliária – SPMI

PR/HN/RA

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