Diogo Matos
Dermatologista
Diogo Matos
Dermatologista
Andreia Capela
Médica oncologista no Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia – Espinho
Associação de Investigação de Cuidados de Suporte em Oncologia (AICSO)
Luciana Frade
Mestre em Medicina pela Charles University, CZ
Médica interna de Medicina Interna (5 ano) Centro Hospitalar Lisboa Ocidental
Maria do Carmo Cafede
Médica especialista em MGF
Elisa Soares,
Farmacêutica e Gestora de Produto da Ampliphar
Luciana Frade
Mestre em Medicina pela Charles University, CZ
Médica interna de Medicina Interna (5 ano) Centro Hospitalar Lisboa Ocidental
Colaboradora voluntária com APELA
Mestranda 2.ano do Mestrado Cuidados Paliativos – Universidade Católica Portuguesa
Luciana Frade
Mestre em Medicina pela Charles University, CZ
Médica interna de Medicina Interna (5 ano) Centro Hospitalar Lisboa Ocidental
Colaboradora voluntária com APELA
Mestranda 2.ano do Mestrado Cuidados Paliativos – Universidade Católica Portuguesa
Luciana Frade
Mestre em Medicina pela Charles University, CZ
Médica interna de Medicina Interna (5 ano) Centro Hospitalar Lisboa Ocidental
Colaboradora voluntária com APELA
Mestranda 2.ano do Mestrado Cuidados Paliativos – Universidade Católica Portuguesa
Francisco Oliveira Freitas
Podologista responsável pelo Centro de Podologia de Famalicão
Rute Horta
Farmacêutica; coordenadora do Departamento de Serviços Farmacêuticos da Associação Nacional das Farmácias (ANF)
Luciana Frade
Mestre em Medicina pela Charles University, CZ
Médica interna de Medicina Interna (5 ano) Centro Hospitalar Lisboa Ocidental
Colaboradora voluntária com APELA
Mestranda 2.ano do Mestrado Cuidados Paliativos – Universidade Católica Portuguesa
Luciana Frade
Mestre em Medicina pela Charles University, CZ
Médica interna de Medicina Interna (5 ano) Centro Hospitalar Lisboa Ocidental
Colaboradora voluntária com APELA
Mestranda 2.ano do Mestrado Cuidados Paliativos – Universidade Católica Portuguesa
Rute Horta
Farmacêutica; coordenadora do Departamento de Serviços Farmacêuticos da Associação Nacional das Farmácias (ANF)
Pedro Ferreira
Farmacêutico
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
Portugal supera a média da OCDE em número de médicos, uma vantagem que esconde uma fragilidade crítica. A escassez persistente de enfermeiros compromete a eficácia dos cuidados, sobrecarrega o sistema e expõe um desequilíbrio perigoso na equipa de saúde nacional
Portugal mantém níveis de prescrição de antibióticos nos cuidados primários superiores à média da OCDE, um padrão partilhado com outros países do sul da Europa. Este uso excessivo, aliado a uma tendência crescente para opioides, alerta para riscos de resistência antimicrobiana e dependência, exigindo uma estratégia nacional concertada para mudar práticas clínicas e culturais profundamente enraizadas
Apenas 3% da despesa em saúde em Portugal é canalizada para a prevenção. Este investimento residual, estagnado há uma década, condena o sistema nacional a um ciclo vicioso de tratamentos caros e reativos. Enquanto isso, países como a Finlândia e o Canadá demonstram que priorizar a prevenção é a estratégia mais inteligente e económica para travar o tsunami das doenças crónicas
A prestação de cuidados continuados em Portugal caracteriza-se pela fragmentação entre serviços de saúde e sociais, criando lacunas na assistência a idosos e pessoas com dependência. A falta de coordenação entre os diferentes níveis de cuidados resulta em transições inadequadas e sobrecarga para as famílias
Portugal enfrenta uma lacuna crítica nos cuidados paliativos. Com uma população envelhecida e uma vaga de doenças crónicas, milhares terminam a vida em sofrimento, sem acesso a apoio especializado. A cobertura é um retalho, o interior é um deserto de cuidados e as famílias carregam sozinhas o peso de um fim de vida sem dignidade
Portugal brilha no panorama europeu com uma das mais baixas taxas de necessidades de cuidados de saúde não satisfeitas (2,5%). Este feito, porém, esconde assimetrias regionais e pressões internas que desafiam a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde e a equidade no acesso a que todos têm direito
Portugal supera a média da OCDE em número de médicos, uma vantagem que esconde uma fragilidade crítica. A escassez persistente de enfermeiros compromete a eficácia dos cuidados, sobrecarrega o sistema e expõe um desequilíbrio perigoso na equipa de saúde nacional
Portugal mantém níveis de prescrição de antibióticos nos cuidados primários superiores à média da OCDE, um padrão partilhado com outros países do sul da Europa. Este uso excessivo, aliado a uma tendência crescente para opioides, alerta para riscos de resistência antimicrobiana e dependência, exigindo uma estratégia nacional concertada para mudar práticas clínicas e culturais profundamente enraizadas